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Secretário de Prevenção às Drogas diz que a maconha é danosa


O secretário nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas, Quirino Cordeiro Júnior, declarou, em entrevista exclusiva ao Jornal Meio Norte, que a maconha é extremamente danosa para as pessoas e não pode ser liberada.

Segundo ele, a maconha é um fator de risco importante para o quadro de psiquiátricos graves como psicoses, quadro de esquizofrenia e problemas cognitivos. É uma droga extremamente danosa para as pessoas e não pode ser liberada.

“A minha posição é a do Governo Federal, frontalmente contrário à liberação das drogas, inclusive da maconha. Existe, nos últimos tempos , uma ideia de flexibilizar o uso da maconha e isso tem causado na sociedade uma diminuição da percepção de risco que essa droga, a maconha traz. A maconha é um fator de risco importante para o quadro de psiquiátricos graves como psicoses, quadro de esquizofrenia e problemas cognitivos. É uma droga extremamente danosa para as pessoas e não pode ser liberada. As experiências internacionais de país que liberaram as drogas, têm mostrado o aumento do consumo. Hoje em dia, nós temos problemas demais com as drogas e não podemos aumentar esses problemas por conta de sua liberação”, afirmou Quirino Júnior.

Ele afirmou, na quinta-feira, em Teresina, que o Governo Federal aumentou em 250 novas vagas, aumentando para 450 as vagas nas Comunidades Terapêuticas para o atendimento e tratamento de dependência química em Comunidades Terapêuticas.

Quirino Júnior disse que a Comunidade Terapêutica que vai mais abrir novas vagas para tratamento de dependentes químicos é a Fazenda da Paz.

Efrém Ribeiro

Quirino Cordeiro Júnior afirmou que a primeira ação do Governo Federal no combate às drogas foi feita na quarta-feira, em Brasília, foi a expansão do financiamento para as Comunidades Terapêuticas no país, que fazem o tratamento de pessoas com dependência química.

Conforme Quirino Cordeiro Júnior, em 2018, o Governo Federal financiava 2.900 e , a partir da ação de quarta-feira, foi feita a expansão para 11 mil vagas em todo o país, inclusive no Piauí.

“No Piauí, nós vamos oferecer 450 vagas. No Estado, as Comunidades Terapêuticas tinha 200 vagas para o tratamento de dependentes químicos, com um aumento de 250 vagas. As vagas são para várias Comunidades Terapêuticas, em especial , para a Fazenda da Paz, que é uma comunidade terapêutica muito importante para o Brasil”, falou Quirino Cordeiro Júnior, que se reuniu, durante a noite, com o governador Wellington Dias (PT), para ações conjuntas no combate às drogas no Piauí.

Meio Norte- O senhor se encontrou com o governador Wellington Dias, com qual objetivo?

Quirino Cordeiro Júnior – O objetivo foi discutir ações conjuntas entre o Governo Federal e o Governo do Piauí para o enfrentamento dos problemas relacionados com o uso de drogas e de dependência química.

Meio Norte – Qual a política adotada pelo Governo Federal de enfrentamento às drogas?

Quirino Cordeiro Júnior – O Governo Federal iniciou suas ações de enfrentamento às drogas. Sua primeira ação que nós lançamos, na última quinta-feira (21) foi a expansão do financiamento para as comunidades terapêuticas no país. As comunidades terapêuticas são entidades de tratamento de pessoas com dependência química. Em 2018, o Governo Federal financiava 2.900 vagas e, a partir da ação que nós fizemos, no início do ano , nós expandimos de 2.900 vagas para 11 mil vagas em todo o país, inclusive no estado do Piauí.

Meio Norte – Quantas vagas ficaram para o Piauí?

Quirino Cordeiro Júnior – Para o estado do Piauí ficaram 450 vagas para tratamento de pessoas com dependência química.

Meio Norte – Eram quantas vagas?

Quirino Cordeiro Júnior – No estado do Piauí, eram 200 vagas e passamos a oferecer 450 vagas, com um aumento de 250 vagas.

Meio Norte – As 250 novas vagas são para todas as comunidades terapêuticas no Piauí?

Quirino Cordeiro Júnior – Aqui no Piauí temos o financiamento para várias delas, mas especialmente para a Fazenda da Paz, que é uma comunidade terapêutica no estado.

Meio Norte – Como o senhor analisa essa parceria e de que forma as comunidades terapêuticas estão ajudando no enfrentamento às drogas?

Quirino Cordeiro Júnior – As comunidades terapêuticas, no passado, não recebiam o aporte financeiro apropriado do Governo Federal. Os recursos eram diminutos, o que dificultava que as entidades pudessem ampliar o atendimento. A partir de agora, então, o Governo Federal ampliou os recursos, passamos dos investimentos em torno de R$ 40 milhões por ano para R$ 153 milhões para a expansão dessas vagas. No país inteiro, nós chegamos a quase 500 comunidades terapêuticas, exatamente a 496, o que vai permitir um melhor acesso à população que precisa de tratamento para casos de dependência química.

Meio Norte – O combate às drogas não é uma guerra perdida?

Quirino Cordeiro Júnior – De forma alguma, é uma guerra perdida. Tem recuperação, as comunidades terapêuticas têm tido resultados verdadeiramente importantes no tratamento e recuperação das pessoas com dependência química, trabalhando não só no tratamento, enquanto estão lá, mas também preparando as pessoas para que, depois, possam se reinserir na sociedade.

Meio Norte – Como o senhor analisa o uso recreativo das drogas?

Quirino Cordeiro Júnior – As drogas, de maneira nenhuma, são seguras. Seu uso não deve ser realizado. As drogas têm grande potencial de dependência, o que acaba causando uma série de problemas que nós temos no país hoje. O Brasil tem enfrentado grandes dificuldades pelo uso de drogas como, por exemplo, o aumento de pessoas em situação de rua por conta do consumo de drogas; o aumento de cracolândia; o aumento do afastamento ao trabalho por causa de dependência química, causando mais gastos para o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS); o aumento da mortalidade de dependentes químicos no país. Ou seja, a gente precisa preservar a população do uso dessas substâncias.

Meio Norte – O que o senhor acha da liberação do uso das drogas, da maconha, por exemplo?

Quirino Cordeiro Júnior – A minha posição é a do Governo Federal, frontalmente contrário à liberação das drogas, inclusive da maconha. Existe, nos últimos tempos , uma ideia de flexibilizar o uso da maconha e isso tem causado na sociedade uma diminuição da percepção de risco que essa droga, a maconha traz. A maconha ée um fator de risco importante para o quadro de psiquiátricos graves como psicoses, quadro de esquizofrenia e problemas cognitivos. É uma droga extremamente danosa para as pessoas e não pode ser liberada. As experiências internacionais de país que liberaram as drogas, têm mostrado o aumento do consumo. Hoje em dia, nós temos problemas demais com as drogas e não podemos aumentar esses problemas por conta de sua liberação.


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