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Vendas no comércio varejista aumentam 6,7% no Piauí

Vendas no comércio varejista aumentam 6,7% no Piauí

Vendas no comércio varejista aumentam 6,7% no Piauí

As vendas do comercio varejista no Piauí registraram aumento de 6,7% em abril em relaçao ao mês de março, apontou a Pesquisa Mensal do Comércio feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em fevereiro, o crescimento das vendas no comércio varejista foi de 13,3%; em março esse aumento foi de 14,7%.

Nos primeiros quatro meses deste ano, as vendas cresceram 11,1% e nos últimos 12 meses, 7%.

A receita nominal do comercio varejista do Piauí teve um crescimento de 11,1% em abril em relaççao ao mês anterior. Em fevereiro, esse aumento foi de 17,5%; em março ficou em 18,3%.

Nos primeiros quatro meses deste ano, a receita nominal do comércio varejusta do Piauí ficou em 10,7%. O aumento de abril de 2011 a abril deste ano foi de 10,2%.

No Brasil, em abril de 2012, o comércio varejista cresceu 0,8% no volume de vendas e 0,6% na receita nominal, ambas as variações com relação ao mês anterior, ajustadas sazonalmente. Nas demais comparações, obtidas das séries originais (sem ajuste), o varejo nacional obteve, em termos de volume de vendas, acréscimos da ordem de 6,0% sobre abril do ano anterior, 9,2% no acumulado do quadrimestre e 7,2% no acumulado dos últimos 12 meses. Para os mesmos indicadores, a receita nominal de vendas apresentou taxas de variação de 7,5%, 12,2% e de 11,4%, respectivamente. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/comercio/pmc/.

Nesse quarto mês do ano, oito das dez atividades pesquisadas obtiveram variações positivas para o volume de vendas, com ajuste sazonal na comparação com março de 2012. Os resultados foram: combustíveis e lubrificantes (2,5%); material de construção (1,8%); móveis e eletrodomésticos (1,5%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,3%); tecidos, vestuário e calçados (1,1%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%); veículos e motos, partes e peças (0,2%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,1%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,8%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-2,9%).

Já na relação abril de 2012 contra abril de 2011 (série sem ajuste), para o varejo, seis das oito atividades apresentaram resultados positivos: 12,1% em móveis e eletrodomésticos; 3,6% para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; 33,2% em equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; 6,4% para combustíveis e lubrificantes; 9,2% para artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos; 2,7% para outros artigos de uso pessoal e doméstico; -4,3% em livros, jornais, revistas e papelaria e -1,1% em tecidos, vestuário e calçados.

Móveis e eletrodomésticos, com variação de 12,1% no volume de vendas em relação a abril de 2011, foi o maior impacto na formação da taxa (35%). Este resultado reflete a política do governo de incentivo ao consumo através da redução de alíquotas de IPI para a chamada linha branca, além da manutenção do crédito, da estabilidade do emprego e do crescimento da renda. No acumulado do ano a taxa foi de 15,0% e, nos últimos 12 meses, de 15,8%.

Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com variação de 3,6% no volume de vendas em abril sobre igual mês de 2011, após um trimestre exercendo a principal contribuição, volta a ser o segundo maior impacto na formação da taxa de varejo (31%). Em termos acumulados, a taxa para os quatro primeiros meses do ano foi de 9,3% e para os últimos 12 meses, de 5,6%. O chamado efeito páscoa explica esse resultado, uma vez que, em 2012, as compras se diluíram entre os meses de março e abril, enquanto no ano anterior se concentraram em abril, resultando numa base de comparação mais elevada.

Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, com o terceiro maior impacto na formação da taxa global (12%), registrou variação de 33,2% no volume de vendas, em relação a abril de 2011. Em termos acumulados, as taxas foram de 31,5% em 2012 e 27,0% nos últimos 12 meses. A atividade continua com desempenho positivo em função da redução dos preços dos produtos do segmento (-9,9% nos últimos 12 meses para microcomputador no IPCA).

Com variação negativa de 1,1% em relação a abril de 2011, tecidos, vestuário e calçados exerceu a menor influência na formação do varejo. Houve um crescimento abaixo da média, devido à alta de preços do setor (variação de 6,5% nos últimos 12 meses para vestuário contra 5,1% do índice geral de preços, segundo o IPCA). Em termos acumulados, a atividade registra taxas de variação da ordem de 0,4%, no ano, e de 1,7% nos últimos 12 meses.

O comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e mais as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, registrou, em relação ao mês anterior (com ajuste sazonal), crescimento de 0,7% tanto para o volume de vendas quanto para a receita nominal. Comparado com o mesmo mês do ano anterior (sem ajuste sazonal), as variações foram de 2,9% para o volume de vendas e de 3,7% para a receita nominal. Nos acumulados do ano e dos últimos 12 meses o setor apresentou taxas de variação de 6,2% e 6,0% para o volume e 8,0% e 8,4% para a receita nominal de vendas, respectivamente.

No que tange ao volume de vendas, a atividade de veículos, motos, partes e peças registrou alta de 0,2% em relação a março. Este resultado inverte o sinal negativo que há três meses vem ocorrendo no segmento, mas ainda não capta a medida de redução de IPI tomada pelo governo, que ocorreu em maio do corrente ano. Comparando com abril do ano anterior, a variação foi de -4,4%. Em termos de acumulados, as variações foram as seguintes: -0,3% no quadrimestre e 3,3% nos últimos 12 meses.

Quanto a material de construção, as variações para o volume de vendas foram de 1,8% sobre o mês anterior, de 12,9% em relação a abril de 2011 e de 13,3% e 9,4% nos acumulados do quadrimestre e dos últimos 12 meses, respectivamente. O aumento da massa de salários, a oferta de crédito, somados à lista de produtos do segmento que ainda continuam com isenção de IPI, influenciam estas variações.

No que tange ao volume de vendas, todas as unidades da federação apresentaram resultados positivos na comparação com abril de 2011. Os destaques foram: Roraima (24,0%); Amapá (15,7%); Acre (13,0%); Tocantins (13,0%) e Mato Grosso do Sul (12,5%). Quanto à participação na composição da taxa do varejo, sobressaíram São Paulo (6,7%); Paraná (8,8%); Minas Gerais (5,5%); Rio Grande do Sul (6,6%) e Bahia com 7,9%.

Em relação ao varejo ampliado, seis dos 27 estados apresentaram resultados negativos para o volume de vendas na comparação com abril de 2011: Roraima (12,3%); Tocantins (12,1%); Mato Grosso (11,2%); Bahia (8,7%) e Alagoas (7,8%). As maiores variações negativas foram: Espírito Santo (-19,6%), Maranhão (-4,9%) e Santa Catarina (-4,7%). Em termos de impacto no resultado global do setor, os destaques foram São Paulo (6,6%); Bahia (8,7%); Paraná (4,9%); Rio Grande do Sul (4,5%) e Mato Grosso com 11,2%.

Os resultados com ajuste sazonal, para o volume de vendas, apontam para 22 estados com resultados positivos na comparação mês/mês anterior. As maiores variações foram em Roraima (6,9%); Bahia (3,5%); Ceará (3,1%); Goiás (2,6%) e Maranhão


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