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Vítima de descarga elétrica passa 150 dias sem atendimento médico no Maranhão

Vítima de descarga elétrica passa 150 dias sem atendimento médico no Maranhão

O agricultor Cícero José da Silva tem em sua cabeça profundos buracos provocados por descarga elétrica, que também rasgou seu braço direito. Sem atendimento médico e cirurgias que necessita, Cícero José da Silva está há 150 dias sentindo fortes dores e por causa delas não consegue dormir.

Cícero José fica sentado em uma poltrona na casa de seus familiares em Timon (MA) tentando cirurgias e atendimento médico, marcados para o dia 6 de agosto no Hospital da Polícia Militar, em Teresina. Ele ainda não sabe se vai realmente ser consultado pelo cirurgião porque já tinha uma consulta marcada para o dia 26 de julho no Hospital da Polícia Militar, que deve de ser remarcada porque o cirurgião tinha faltado ao trabalho naquela data.

Cícero José da Silva mora na cidade de Buriticupu, no Maranhão, a 550 quilômetros de Timon, que são percorridos durante nove horas em um ônibus.

Ele conta que foi subir em um poste de energia elétrica para colocar o cabo elétrico de um pilador de arroz que possui e a força da energia elétrica de 13 mil volts o empurrou caindo de uma altura de três metros.

Sua cabeça foi aberta dois grandes buracos e ficou com o braço aberto e um ferimento no peito. Cícero José declarou que em Buriticupu, uma cidade de 70 mil habitantes, tem um hospital, mas que não tem médico e condições de atendimento.

?Só dão remédios para vermes e errado. Não tem médico, não faz cirurgia e deixa toda a população de atendimento?, declarou Cícero José, que inicialmente foi atendido em um hospital do município de Canaã, no Pará.

?Eu fiquei em uma UTI no hospital do Pará, mas lá também não condições de continuar me atendendo. No Maranhão, os hospitais e a saúde pública não funcionam, está tudo abandonado. Por isso, eu que sempre trabalhei duro na lavoura, estou esperando atendimento em hospital no Piauí?, declarou Cícero José.

Sem atendimento médico no Maranhão, Cícero José já gastou cerca de R$ 4 mil para fazer tratamento médico e exames. Somente com a tomografia da cabeça, Cícero José gastou R$ 800,00, está pagando R$ 160,00 por dez sessões de fisioterapia, além de ter pago três exames de raio-X, em Timon.

?Estou falido por causa da doença e da falta de atendimento médico nos hospitais do Maranhão. A minha mulher é quem tem feito curativos nos ferimentos de minha cabeça com remédio que a gente compra. Agora minha família para continuar pagamento meu tratamento médico teve que sacar dos meses de Bolsa Família?, declarou o lavrador Cícero José.










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