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2020 é para esquecer?

Ano infeccioso

Professor W. Sucupira

Eita ano! O ano 2020 nos impõe um conjunto de mudanças nas relações no cotidiano local, nacional e global. No mundo, em todos os seus aspectos, países produziram caminhos para superar a catástrofe humanitária com mais de 1,3 milhão de mortos, pois a pandemia do covid19 mostrou uma complexidade epidemiológica na saúde da mundial. Neste contexto de crise humanitária, emergiram e fortaleceram outros vírus da vindos da escuridão: o vírus do negacionismo, o vírus da obscuridade, o vírus do extremismo, o vírus do discurso antidemocrático, o vírus do falso puritanismo e o vírus de chefes de Estados com essência totalitaristas.

Mas, a dinâmica cotidiana imposta e a capacidade que o ser humano tem de criar e ao mesmo tempo recriar situações como a atual situação de crise de saúde publica e econômica mundial, poderá ser superada. As vacinas já estão presentes. Há pais em que neste momento já começaram e outros que possuem autorização para iniciar a vacinação contra o covid-19. No Reino Unido, Canadá, EUA, Arábia Saudita, Rússia e a China já começaram a vacinação e na União Europeia, Islândia, Panamá, Equador e Emirados Árabes Unidos, já possuem a autorização para uma vacinação emergencial.

É sempre bom lembrar que são vacinas de varias farmacêuticas sendo aplicadas neste momento: A pfizer/biontech, moderna, casino, sinopharm-pequim, sinovac, sonpharm-wuham, gamaleya ... Vale aqui ressaltar que Vacinas não tem nacionalidade. Vacinas são apenas vacinas e elas são fruto da ciência para salvar vidas das pessoas. O vírus do discurso contrário à vacinação emergiu da escuridão e deve ser combatido com a luz da ciência, do saber e da ação humanitária. É bom saber que as vacinas estão a chegar. Vacinas! Sejam bem vindas! Além da vacina contra o covid-19, outras estão ressurgindo. A vacina da democracia que derrotou Donald Trump —  o pior presidente dos Estados Unidas da América —  onde a única verdade em seu governo são as mentiras publicadas por ele em seu no twitter.

A vacinação democrática dos votos — agentes imunizadores usados na prevenção de regimes antidemocráticos e outras séries de doenças — que foram aplicadas pelos eleitores estadunidenses em cada voto, livrou os EUA e o mundo de Donald Trump e os anticorpos desta vacinação coletiva  irá se espalhar a cada eleição depois da eleição dos EUA pelo mundo. Os anticorpos do vírus antidemocrático, do antiambientalismo, do uniliteralismo, nacionalismo ufânico e do preconceito está a chegar.


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