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José Fortes

Patrulheiros da moralidade nacional: segunda vez.

Patrulheiros da moralidade nacional: segunda vez.
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 Nada de pessimismo. O país tem jeito, sim, na amarga e patriótica luta contra a corrupção e violência. Doa a quem doer. Justiça seja feita. Defenestrar, já, o cancro maligno com o sopro que revigora as patrulhas do bem, graças ao clamor dos orantes na lealdade às nossas instituições. Porque só Deus para nos livrar dos tentáculos do mal que assola nossa pátria. A ordem já foi dada das esferas celestiais contra os príncipes das trevas, alguns vestidos de toga. O noticiário só destaca poderosos larápios dos recursos públicos. Isto é bom e ruim. Bom, porque a sociedade reage às ações más. Ruim, porque o destaque aos bandidos estimula jovens ao crime. Urge a contrapartida dos meios de comunicação: abrir mais espaços para testemunhos de cidadãos do bem. Profissionais que se esfolam pela dignidade da família, educação dos filhos. Profissionais sérios que defenestram os canalhas que protuberam na atividade pública. O verbo DEFENESTRAR vem do francês, significa jogar para fora da janela. Defenestrar corruptos do mandato eletivo.

Noticiários precisam desopilar os cidadãos atarantados com tanta carga negativa de informações. E destacarem a mina de gente do bem, isto mesmo, a mina de ouro da dignidade, formada por jovens promotores, juízes, procuradores, delegados, fiscais, militares, policiais, a galeria dos profissionais provados e aprovados em difíceis concursos. Incluam-se competentes médicos, engenheiros, professores, empreendedores, técnicos, formadores de opinião, lideranças religiosas, amigos da natureza e das causas nobres. Noticiários precisam conter o sensacionalismo no registro de crimes hediondos, de jovens enjaulados por assalto e drogas, casais desajustados. Certos repórteres imitam aves de rapina atrás de carniça. Faltam colibris e abelhas dos néctares. Há algum tempo, repórter de TV entrevistou o delegado da Polícia Federal do Piauí, que apurava conduta irregular de um deputado estadual, ex delegado federal daquela instituição, acostumado a polemizar com autoridades. O repórter perguntou ao delegado federal: “O senhor ficou intimidado com as críticas do deputado ao seu trabalho? ” O delegado respondeu-lhe curto e grosso: “Intimidado, rapaz?! Não tem essa de intimidado, rapaz! Isso nos estimula a fazer o nosso trabalho...” O repórter insistiu: “O senhor vai responder ao deputado? ” Delegado: “Não vou responder, rapaz, não tem essa história de dar credibilidade a declarações de quem está sendo investigado...” Gostei do vocativo “rapaz”, da firmeza do delegado, além da prudência em não revelar segredo de Justiça. Então, para que tanto pessimismo, achar que o Brasil não tem jeito? Tem, sim, com ilustres representantes públicos na defesa da ordem nacional. Basta juiz de envergadura moral, do naipe de Sérgio Moro, para alavancar a fúria patriótica dos brasileiros e de autoridades judiciárias e militares. Muitos foram tangidos da vida pública, denunciados, condenados e enjaulados. Ou defenestrados da cabine eleitoral. Otimismo, brasileiros! “Glória a Deus nas alturas, paz na terra aos homens e mulheres da boa vontade! ”

 JOSÉ MARIA VASCONCELOS


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