Às vésperas de completar 3 meses do caso, o jornalista Marcelo Rocha desabafou sobre o caso da morte da filha, Tainah Luz, analista de sistemas de 27 anos que morreu no dia 16 de maio, vítima de 11 facadas. Ela chegou a ser internada no Hospital de Urgência de Teresina (HUT), mas não resistiu a lesões. O crime teria acontecido no bairro Mocambinho, zona Norte de Teresina. Ele cobra uma resolução do caso.

Para Marcelo, a dor ainda é algo presente e a sensação é de impunidade. 

"Eu desejo muito que isso nunca aconteça com alguém, nem com ninguém da família de ninguém. A gente fica começando a acreditar que vale a pena o pensamento de que a justiça não vai fazer nada comigo", explica.

Tainah Luz teria sido assassinada por Geovana Thais Vieira da Silva. Crédito: Reprodução/redes sociais. Tainah Luz teria sido assassinada por Geovana Thais Vieira da Silva. Crédito: Reprodução/redes sociais. 

Marcelo Rocha explica que as suspeitas pela morte de Tainah estariam coagindo as testemunhas do crime. 

"Você é suspeito de um crime na sua casa, com sua namorada, e no terceiro mês a polícia não dá um resultado das investigações. Então sua decisão é voltar a beber, porque no caso uma delas sempre gostou de beber e ameaçar todo mundo, e 'eu' por ver que nada acontece, bebo e saio vistiando as testemunhas da polícia para dizer o que disseram para tirar o que disseram. Isso é o que as pessoas que são suspeitas da morte da minha filha fazem", acrescenta.

O jornalista cobra a conclusão do inquérito. 

"E não acredito que tenha sido suicídio e que ela tenha desferido 11 facadas nela mesma", revela.

Entenda o caso

Geovana Thais Vieira da Silva, acusada de matar Tainah Luz Brasil Rocha durante uma briga no bairro Mocambinho, no domingo, 15 de maio, afirmou que uma discussão de ordem afetiva teria motivado o crime.  Fernanda Maria Lobão Ayres, namorada de Geovana, teriam motivado a confusão que terminou com a morte da jovem. 

Fernanda Ayres. Crédito: reprodução/redes sociais.Fernanda Ayres. Crédito: reprodução/redes sociais.

Em entrevista ao Meionorte.com, a advogada de defesa Lívia Veríssimo, destacou que a informação foi alegada por Fernanda Ayres em seu depoimento no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) na quarta-feira, dia 18 de maio.