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Use camisinha! Teresina tem 170 novos casos de HIV em 2019

O uso da camisinha tem caído em desuso pela população mais jovem. E isso tem trazido consequências negativas para o país, que vive um número crescente de infecções pelo vírus HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Somente de janeiro a outubro foram registrados 170 novos casos e mais de 1.300 pessoas com a doença são acompanhadas pelo Instituto de Doenças Tropicais Natan Portela.

Estudos também mostram que 94% da população sabe que a camisinha é o método mais eficaz de prevenir o HIV, no entanto o uso da camisinha na prática continua sendo uma questão polêmica.

Crédito: Moisés Saba 80% das transmissões acontecem por via sexual e quase não existem mais notificações de transmissão vertical, que acontece de mãe para filho, nem por transfusão de sangue. “O aumento dos números de casos de infecções sexualmente transmissíveis, entre elas a aids, continua tendo como carro-chefe as relações sexuais desprotegidas, sejam vaginais ou anais. O uso de camisinha caiu um pouco em desuso entre os mais jovens. Não é o único método, mas é o mais barato e eficaz, com acesso gratuito”, aponta Alana Niege, coordenadora de DST/Aids da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

A opção mais acessível para se prevenir é o uso do preservativo. “Lutamos em divulgar o uso do preservativo. Não importa se seja o preservativo masculino ou feminino, o ideal é se prevenir em todas as relações. O Ministério da Saúde trabalha com a prevenção combina, com várias formas que podem ser utilizadas combinadas ao preservativo”, acrescenta Alana Niege.

Crédito: Moisés Saba.

No entanto, a camisinha não é a única alternativa. Existem medicações que evitam o contágio. “Se você teve uma relação e o preservativo rompeu, ou não deu para usar, você pode em até 72 horas procurar o PEP, a profilaxia pós-exposição. Ela previne do contágio do vírus HIV. Essa profilaxia acontece no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) e no Natan Portela. Também existe o PreP, que é a pré-exposição, que é aberta para populações-chave, como profissionais do sexo, transexuais, homens que fazem sexo com homens”, revela a coordenadora de DST/Aids.

Sobre o HIV

Segundo informações do Ministério da Saúde, HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. Causador da aids, ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.

Ter o HIV não é a mesma coisa que ter aids. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação, quando não tomam as devidas medidas de prevenção. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.


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