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Acidente aéreo que matou 75 pessoas foi causado por garoto de 15 anos

No dia 23 de março de 1994 ocorreu o acidente aéreo mais inusitado da história da aviação mundial, quando Yaroslav Kudribsky, o comandante da aeronave, um Airbus  A320, permitiu que seu filho, um rapazote de apenas 15 anos, assumisse seu posto no comando do avião. E o garoto, sem qualquer noção do que fazia, ao lado do pai, simulando pilotagem, aciona com força o manche do avião e aí acontece o inesperado: a aeronave entra em parafuso e termina caindo na Sibéria, provocando uma grande tragédia: todos os seus 75 ocupantes, 63 passageiros e 12 tripulantes, perderam a vida.

O voo da Aeroflot decolou de Moscou (Rússia) com destino a Hong Kong (Região Administrativa da China). Mais de quatro horas após a decolagem, os filhos do comandante Yaroslav Kudrinsky resolveram visitar o pai na cabine de comando do Airbus A310. O jato era um dos mais modernos aviões da época. 

Um desastre de tais proporções modificou para sempre alguns dos sistemas de pilotagem comercial de um avião. Ninguém soube o que tinha acontecido realmente até que escutaram as gravações de voz e dados da caixa preta. O que recolheram resultava insólito. O avião era um Airbus A310-300 da Aeroflot, o vôo 593 da empresa aérea russa que devia fazer a rota entre Moscou e Hong Kong. A bordo iam 63 passageiros e 12 tripulantes.

A tripulação era formada por cinco pessoas na cabine, ainda que nem todos eram profissionais da aviação. O capitão ao comando, Yaroslav Kudrinsky, o co-piloto, Igor Piskaryov, outro piloto reserva, Vladimir Makarov -que voava como passageiro-, e os filhos pequenos de Yaroslav.

Ao que parece, tratava-se do primeiro vôo internacional das crianças e o pai tinha decidido que fossem com ele na cabine, fato ao qual não se opuseram nem Igor nem muito menos Vladimir. Os filhos do capitão chamavam-se Eldar (de 15 anos), e Yana (de 12 anos).

O avião já tinha decolado do aeroporto internacional de Sheremetievo sem incidentes e encontrava-se a caminho do aeroporto de Kai Tak em Hong Kong. Por verdade, a maioria dos passageiros eram homens de negócio de Hong Kong e Taiwan que tinham participado de uma série de conferências na cidade moscovita.

O fato de que as crianças estivessem na cabine desde a decolagem era muito incomum. Naquela época, a única coisa que a Aeroflot permitia às famílias dos pilotos era viajar com uma tarifa com desconto uma vez ao ano.

Seja como for, o ocorrido a partir de então foi só descoberto depois da catástrofe, quando recuperaram as gravações da caixa preta do avião e reconstituíram a fatal tomada de decisões por parte do capitão.


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