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Ao fazer 75 anos, Bob Marley tem seu reggae como patrimônio da Unesco

Bob Marley, o “Rei do Reggae”, como ficou imortalizado, faria nesta data 75 anos de idade, nascido no dia 6 de fevereiro de 1945, em Nine Mile, na Jamaica. Morto, em consequência de um câncer contra o qual lutou durante quatro anos, quando tinha apenas 36 anos, em 11 de Maio de 1981, no auge da sua glória, Bob Marley mal poderia saber que o seu talento e o seu esforço para notabilizar esse ritmo caribenho fariam com que o Reggae entrasse para o rol da UNESCO como “patrimônio imemorial da humanidade”.

E foi exatamente isso que aconteceu em novembro de 2018, pouco mais de um ano atrás, quando essa organização cultural das Nações Unidas reconheceu que o Reggae, por causa de Bob Marley, ganhou tanta importância e dimensão na música mundial que o mantém no auge mesmo após decorridos 39 anos da morte do seu imortal ícone.

Considerado um ídolo à altura de Elvis Presley ou John Lennon, ele é o mais famoso músico de reggae de todos os tempos. Por conta de sua adolescência difícil em uma favela em Kingston, capital jamaicana, Bob Marley desenvolveu um ponto de vista bastante crítico sobre os problemas sociais e seu trabalho faz muitas referências à questão da pobreza e da opressão.

Símbolo musical do país caribenho, o reggae jamaicano encantou o mundo através de seu maior ícone, Bob Marley. Agora, o ritmo faz parte da lista de Patrimônio Cultural Imaterial da Unesco.

Nascido nos subúrbios da capital Kingston, local onde mora a população marginalizada da Jamaica, o reggae é "um amálgama de numerosas influências musicais, incluindo formas jamaicanas anteriores, assim como linhagens caribenhas, norte-americanas e latina", segundo foi publicado o site da organização, no momento do anúncio de sua escolha.

A Unesco destacou o poder de comunicação do estilo musical, que abraça desde temas ligados a combate ao racismo e opressões, até canções de amor e da celebração da natureza.

O site da organização destaca que o gênero musical surgiu num espaço cultural de grupos marginalizados, principalmente no oeste de Kingston, capital jamaicana.

A música, que alcançou proeminência na década de 1960, junta diversas influências: antigos ritmos jamaicanos, músicas caribenhas, latinas, africanas e norte-americanas.

Embora em seu estado embrionário o reggae fosse a voz dos excluídos, ele acabou sendo incorporado por toda a sociedade – vários gêneros, grupos étnicos e religiosos se identificaram. A Unesco destaca que os jamaicanos aprendem a tocar o ritmo já nas escolas.

Festivais como como Reggae Sumfest e Reggae Salute também são vistos como oportunidade de estudo e transmissão do conhecimento para futuros artistas e músicos.

O reconhecimento do reggae como patrimônio cultural leva em consideração a contribuição para a discussão internacional sobre questões como a injustiça, a resistência, amor e humanidade.

Bob Marley é considerado o maior expoente do estilo. Sua música simboliza protesto, a emancipação e a busca pela liberdade. O "rei do reggae" vendeu mais de 200 milhões de álbuns em todo o mundo. Ele morreu em Miami, em 11 de maio de 1981, aos 36 anos de idade.


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