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Barbárie vence o futebol e deixa 39 mortos em estádio belga

Uma das grandes tragédias no terreno dos esportes aconteceu em 29 de Maio de 1985, ficando conhecida como o episódio de Heysel, quando 39 pessoas morreram, a maioria pisoteadas, durante a partida em que Juventus e Liverpool disputavam, nesse estádio da Bélgica,  a final da Liga dos Campeões da Europa.

Esses fatos lamentáveis, embora decorridos 35 anos, jamais serão esquecidos, tanto pela tragédia em si, como também pela necessidade que se impôs a partir disso, de um severo combate à violência.

Além das 39 pessoas mortas, mais cerca de 270 outras pessoas ficaram feridas, algumas com muita gravidade, registrando óbitos posteriormente. Assim, esse  passou a ser lembrado como aquele fatídico momento em que  o futebol foi derrotado de goleada pela barbárie.

As cenas que ficaram eternizadas não foram as jogadas de Michel Platini, autor do gol na conquista da primeira Liga dos Campeões da Juventus, na vitória sobre o Liverpool por 1 a 0, em Bruxelas, Bélgica. As imagens de pessoas pisoteadas e esmagadas correram o mundo e deixaram o espetáculo da bola em segundo plano.

O ocorrido evidencia o auge do hooliganismo nos anos 80. Separados da torcida adversária por poucos metros e apenas seis policiais, os seguidores do Liverpool atacaram os alvinegros que, asfixiados e num instinto de sobrevivência, romperam as grades do setor do estádio da capital belga. Algumas pessoas que não tinham nada a ver com a vontade de brigar das organizadas acabaram pagando com as próprias vidas.

No momento do ataque, torcedores que estavam nas arquibancadas opostas, invadiram o campo munidos de barras de ferro para aumentar ainda mais o caos, em cenas dantescas. Em meio a cadáveres nas tribunas, Juventus e Liverpool, com uma hora e meia de atraso e num ambiente de extrema tensão, foram a campo para evitar mais distúrbios.

Parecia uma guerra civil.

Responsabilizados por terem sua torcida iniciado os ataques violentos contra os torcedores adversários, como consequência, os clubes da Inglaterra foram suspensos de competições internacionais durante cinco anos. Acusado e acuado, os Reds acabaram pagando seis. A primeira-ministra Margaret Thatcher apoiou a decisão da Uefa. Três anos depois, 25 torcedores britânicos e o responsável pela segurança do estádio foram julgados. As autoridades, ao contrário dos fãs do clube inglês, não foram condenadas.



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