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Memória

Beleza e glamour de Grace Kelly são lembrados 37 anos após sua morte

Em 14 de Setembro de 1982 o mundo foi abalado com a notícia da morte, em acidente de carro, da Princesa Grace, esposa do Príncipe Rainier III de Mônaco. Grace Kelly, como ficou consagrada no cinema, foi uma das mais belas atrizes de Hollywood, figurando como uma atriz talentosa, protagonista de onze bons filmes e ganhadora de um Oscar. 

Por ironia do destino, um automóvel causara a morte justamente dela, que dizia não gostar de dirigir nenhum tipo de carro.

O acidente aconteceu na perigosa estrada ao longo da costa monegasca. A princesa Grace e sua filha Stephanie, então com 17 anos, iam da casa de praia ao palácio quando o carro se desgovernou numa curva, caindo num penhasco de 40 metros. Um jardineiro que trabalhava no local onde o carro caiu, conseguiu apagar o fogo no veículo e salvar a adolescente, porém a princesa só pôde ser resgatada mais tarde pelos bombeiros.

Inicialmente, as notícias tentavam disfarçar. "A soberana está inconsciente, mas se recuperando", informavam os assessores da família. A confirmação da morte espalhou-se como uma bomba no mundo, causando especulações: a menor Stephanie teria estado ao volante, tratar-se-ia de um atentado da máfia, a princesa teria dirigido embriagada?

A versão oficial da morte só foi divulgada muito tempo depois. A família Grimaldi insistiu que Grace sofrera um derrame cerebral enquanto dirigia, perdendo o controle do veículo.

A elegância e beleza de Grace Patricia Kelly fizeram dela um mito e um ideal feminino na década de 1950. A maioria de seus parceiros nas telas, como Cary Grant, James Stewart e Alec Guinness, também tentou conquistá-la na vida real, mas ela insistia em preservar sua vida privada. E, correspondendo ao ideal feminino da época, casou, teve filhos e se transformou numa bem comportada princesa.

Conta-se que em 1956 o príncipe Rainier precisava de uma atração para salvar seu pequeno país das dívidas. Negociações com Marylin Monroe e Rita Hayworth já haviam fracassado. Foi quando resolveu pedir a mão de Grace Kelly, então com 27 anos.

Para ela, tratava-se mais da realização do sonho infantil de virar princesa do que de verdadeiro interesse por dinheiro. Afinal, seu pai já era milionário e ela havia enriquecido com a carreira em Hollywood. O casamento acabou sendo bem capitalizado por Mônaco, que se tornou um centro do jet-set internacional.

No início dos anos 50, Grace Kelly preenchia em Hollywood o perfil comedido da "sensualidade chique". Com ela, atrizes com infância mais modesta ou de menor educação familiar não conseguiam rivalizar. Também lindas, pareciam vulgares e banais.

Filha de um empreiteiro católico da Filadélfia, sobrinha de um dramaturgo, ela freqüentou escolas particulares, aprendeu outros idiomas e foi aluna em Nova York da Academia Americana de Arte Dramática.

Mudou-se aos 20 anos para a Califórnia. Depois de um papel secundário em seu primeiro filme, contracenou com Gary Cooper no western "Matar ou Morrer". Belíssima e talentosa, tornou-se também uma celebridade, noção que, no início dos anos 50, tinha uma dimensão de mídia bem menos agressiva que a atual.

Fez "A Janela Indiscreta" e "Disque M para Matar", ambos sob a direção de Alfred Hitchcock, com quem filmou também "Ladrão de Casaca". Durante as filmagens, em Mônaco, conheceu Rainier. O casamento entre ambos foi um dos muitos que a mídia classificou de "casamento do século".

Grace Kelly deixou o cinema e passou a encarnar o papel da esposa bem-comportada, dedicada à família, interessada pelas atividades filantrópicas do principado. Esforçou-se para manter um cotidiano "low profile". Não freqüentava o jet-set europeu.

A inexistência de uma corte e a informalidade do protocolo palaciano a levavam a passear de bicicleta com os filhos, a presidir cerimônias em contato informal com seus "súditos", a se comportar como uma consorte dedicada.

Local freqüentado pela aristocracia européia e por milionários americanos, o pequeno Principado ganhou, com Grace Kelly, um apelo na direção da classe média. Sua presença favoreceu o turismo de massa a partir dos anos 60.

Ela recusou convites para voltar a filmar. Participava de leituras ocasionais de poemas. Em 1976, passou a integrar o conselho de administração dos estúdios Twentieth Century Fox.

Morreu ao ser acometida provavelmente de um enfarto ao dirigir por uma estrada no sul da França. Seu carro, desgovernado, caiu num barranco de 14 metros.


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