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Empossados em 31 de janeiro, Jânio e Jango motivam crise política

O dia 31 de janeiro é um marco de lembranças desagradáveis para a vida política no Brasil, pois foi nessa data que tomaram posse, em 1961, Jânio da Silva Quadros na presidência da República, tendo como seu Vice-Presidente João Goulart, Jango, inaugurando um período que seria rompido sete meses depois, em Agosto do mesmo ano, quando Jânio, alegando “forças ocultas” contra ele, renuncia ao cargo de Presidente, instaurando um fase de turbulência institucional sem precedentes.

Com a renúncia de Jânio, a posse do Vice, Jango, como Presidente do Brasil, foi algo bastante tumultuado, com setores conservadores e parte das forças militares sendo contrários à posse.

Jânio fora eleito em 1960, com uma campanha populista de combate à corrupão, tomando posse nessa data, em 1961. O governo de Jânio foi um período turbulento, caracterizado por tomada de medidas confusas e impopulares. Após pouco mais de seis meses no cargo, encontrava-se isolado e em uma jogada política desastrosa,renuncia à Presidência.

O governo anterior havia sido o de Juscelino Kubitschek, caracterizado por uma política desenvolvimentista que resultou em um volumoso crescimento industrial do país. No entanto, esse desenvolvimentismo do governo de JK mascarou problemas graves que afetavam a sociedade brasileira, como a alta inflação, ponto de maior repercussão social naquele momento. Outras questões, como o crescimento da dívida externa (e seu pagamento) e os problemas relacionados ao campo e à área educacional também eram urgentes.

A pressão de forças de oposição, à frente Carlos Lacerda, era muito grande e Jânio não suporta essa onda e prefere renunciar. Em agosto de 1961, a crise do governo de Jânio era aguda. Carlos Lacerda, o homem que o havia apoiado nas eleições, agora o atacava abertamente. Além disso, Jânio não tinha o apoio do Congresso. Em decorrência dessas situações, tomou uma atitude drástica: apresentou sua renúncia no dia 25 de agosto de 1961.

Com a renúncia de Jânio, uma grave crise política iniciou-se. A cúpula militar afirmou que não aceitaria a posse de João Goulart, vice-presidente e sucessor, de acordo com a Constituição de 1946. Isso deu início à campanha da legalidade, no qual, grupos mais ligados à esquerda defendiam a posse de João Goulart. Esse impasse foi solucionado com a posse de Jango, em setembro de 1961, sob um regime de parlamentarismo.

A crise política aberta com a renúncia do presidente Jânio Quadros, em 1961, iniciou-se com a recusa dos militares em permitir a posse do vice-presidente João Goulart. Mesmo tendo assumido a Presidência, Jango mal pode governar, tal era a onda que se instalara contra ele no Congresso e tomava conta das ruas, com o apoio dos principais veículos de comunicação do Rio e São Paulo, sobretudo, que passaram a apoiar os movimentos pela queda do Presidente, o que terminou com o golpe de Estado realizado pelas Forças Armadas em 1º de Abril de 1964.



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