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Memória

Lady Diana e Charles: conto de fadas que terminou em tragédia

Há 38 anos, em 29 de julho de 1981, o mundo inteiro voltava suas vistas para um acontecimento extraordinário, cercado de charme, emoção e curiosidade. Calcula-se que mais de 1 bilhão de pessoas em todos os continentes pararam à frente das telas de TVs para assistir ao casamento do Príncipe Charles, sucessor da coroa britânica, com Lady Diana, um evento transmitido ao vivo, via satélite, para praticamente todo o planeta terra.

Esse verdadeiro conto de fadas entre Charles e Diana começara oficialmente no dia 06 de fevereiro daquele mesmo ano de 1981,quando o casal apareceu formalmente como namorados em evento público. Os dois já se conheciam desde 1977, pois Charles namorou, por mais de um ano, a irmã mais velha de Diana, Sarah Spencer. Nesse dia Charles convidou Lady Diana para ir com ele ao Caselo de Windsor e lá pediu a mão da jovem em casamento.


Ao que parece, e conforme a imprensa britânica sempre aludiu, Charles estava com Sarah, mas seus olhos e pensamento se voltavam mesmo era para Diana. Um ano depois, o romance entre Charles e Sarah já tinha esfriado muito - principalmente depois de Sarah afirmar à imprensa que seu relacionamento com o príncipe era "totalmente platônico". Mesmo assim, Charles convidou Sarah e sua irmã, Diana, para seu aniversário de trinta anos no palácio de Buckingham. Logo depois, Charles e Sarah se separaram.

Menos de seis meses depois daquele convite para que Diana fosse ao Castelo de Windsor, encontro no qual teve sua mão pedida em casamento, Lady Diana Spencer, então com 19 anos, chegou em uma carruagem à catedral de St. Paul, em Londres, onde se casou com o príncipe Charles, de 32 anos, em uma cerimônia anglicana realizada pelo arcebispo de Canterbury, diante de mais de 2.500 convidados. Estima-se que cerca de um bilhão de pessoas em mais de setenta países assistiram ao acontecimento pela televisão.

A vida a dois entre Charles e Diana nunca foi um mar de rosas. Diana é, até hoje, reconhecida no Reino Unido e considerada imprensa mundo afora, como uma princesa que soube mesclar o luxo com a caridade, expandir a imagem da família real britânica e nunca ter deixado de falar verdades pouco convenientes, como sobre seu relacionamento turbulento com o príncipe Charles. Decorridos mais de20 anos de sua morte, novas evidências mostram como Lady Di — como era carinhosamente chamada — era uma figura afastada da realeza, mesmo que um dia tivesse sido vista como a menina dos olhos da então sogra, a rainha Elizabeth II. Um casamento turbulento e “sem amor”, a distância da família e a sinceridade mostram hoje, ainda mais, o lado irreconciliável da princesa com o reinado.

Em 31 de agosto de 1997, Diana, Princesa de Gales, foi morta em um acidente de carro dentro do túnel da Ponte de l'Alma, em Paris, na França, acompanhada de seu então namorado, Dodi Al-Fayed, e com o motorista deles, Henri Paul. O guarda-costas de Fayed, Trevor Rees-Jones, foi o único ocupante do carro que sobreviveu ao acidente.

Uma investigação judicial francesa de dezoito meses concluiu, em 1999, que o acidente de carro que matou Diana foi causado pelo próprio chauffeur, o qual perdeu o controle do veículo em alta velocidade enquanto embriagado e sob forte efeito de antidepressivos.

Desde fevereiro de 1998, o pai de Dodi, o empresário Mohamed al-Fayed (dono Hôtel Ritz Paris, para o qual Paul trabalhava), alega que o acidente foi obra de uma conspiração, executada pelo MI6 a mando do Filipe, Duque de Edimburgo, ex-sogro de Diana. Entretanto, as ideias de Mohamed foram dispensadas pela mencionada investigação, bem como pela Operação Paget, que foi finalizada em 2006.

Um novo inquérito, chefiado pelo juiz Scott Baker, foi criado na Real Corte de Justiça, em Londres, a 2 de outubro de 2007, sendo uma continuação do inquérito original criado em 2004. O juiz decidiu, em abril de 2008, que Diana tinha sido ilicitamente morta pela negligência do motorista e dos paparazzi que seguiam o casal.


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