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Morte de Liconln planta nos EUA cultura de ódio e intolerância

O Presidente dos EUA Abraham Lincoln, foi assassinato enquanto exercício seu mandato presidencial, na noite de 14 de Abril de 1865. Levou um tiro na cabeça, quando assistia a apresentação de uma peça de humor no teatro Ford, em Washington.

Lincoln foi um dos mais importantes políticos americanos de todos os tempos, tendo se notabilizando por sua atuação em defesa da unidade americana durante a Guerra Civil que se desenvolveu de 1861 a 1865.

O assassino, John Wilkes Booth, era um conhecido ator americano, um rapaz que, com seu gesto espetacular, pensava estar vingando a derrota do Sul na Guerra de Secessão, que exaurira os Estados Unidos por quatro longos e sangrentos anos (1861-1865).

John Wilkes Booth, apesar de ainda jovem (tinha 26 anos no momento do crime), era um respeitado ator dramático, especializado em representar personagens de Shakespeare. Os homens o admiravam pela escolha dos seus papeis viris, e as mulheres o adoravam por considerarem-no como “o homem mais bonito da América”. Durante boa parte da guerra civil, mesmo atuando em palcos nortistas, ele prestara serviços regulares para a causa do Sul. Ele nunca escondera suas aflições pelo destino dos confederados, pois sempre se identificara com os valores deles. Ainda mais moço, ele militara no partido Know-Nothing, uma associação chauvinista da extrema direita que se opunha à chegada de imigrantes, e, como não poderia deixar de ser, era um ardoroso defensor da continuidade da escravidão. Booth, enfim, era contra tudo o que Lincoln representava.

A morte de Abraham Lincoln é a primeira contra um Presidente norte-americano no exercício do mandato, tornando visível que ser o primeiro mandatário na nação que historicamente se auto-proclama a mais segura do mundo, não é assim algo tão seguro.

Dezesseis anos após a morte de Lincoln, outro Presidente norte-americano, James Garfield, que teve um curto mandato ( de 4 de Março a 19 de Setembro de 1881), foi alvo de dois tiros, disparados por Charles Guitan, um advogado desempregado, supostamente por ter um pedido de emprego negado pelo  presidente.

Garfield não morrreu imediatamente. Ficou 10 semanas convalescendo de um erro dos médicos que o operaram para retirada de uma das balas, que lhe causaram uma lesão que acarretaria infecção e hemorragia, levando-o à morte.

William McKinley, outro presidente republicano, foi morto em 14 de Setembro de 1901, quando ainda restavam três anos para concluir seu segundo mandato. Ele governou os EUA de 1897 a 1901.

Seu assassino foi Leon Czolgosz, que disparou contra o  presidente quando este se encontrava em meio a uma exposição na cidade de Buffalo, Nova Iorque.

McKlinley sobreviveu durante poucos dias, mas veio a óbito porque as balas atingiram órgãos vitais.

Durante o julgamento, o assassino confessou:

“ Eu matei o Presidente porque ele era inimigo das pessoas boas, dos bons trabalhadores. Não sinto arrependimento pelo crime.” 

Numa sexta-feira de sol, em 22 de Novembro de 1963, o mundo tomava conhecimento do assassinato do jovem Presidente John F. Kennedy, que se tornara o mais popular e carismático governante americano da história.

Ele foi morto enquanto desfilava no automóvel presidencial na Praça Dealey, na cidade de Dallas, Texas. Seu assassino foi apresentado pela polícia como sendo Lee Oswald.

Kennedy recebeu três disparos. O terceiro, que atingiu sua cabeça, foi fatal.

Além de quatro Presidentes assassinados no exercício do mandato, os Estados Unidos escancaram sua intolerância e brutalidade contra outras nove Presidentes, que foram vítimas de atentados enquanto exerciam a Presidência. 

Foram estes:

- Andrew Jackson, 1835

- Theodoore Roosevelt, 1912

- Franklin Delano Roosevelt, 1945

- Harry Truman, 1950

- Richard Nixon, 1974

- Gerald Ford, 1975

- Jimmy Carter, 1979

- Ronald Reagan, 1981


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