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Memória

Tragédia aérea em Paris mata 113 pessoas e apressa fim do Concorde

Em 25 de julho do ano 2000, uma tragédia ocorrida após uma decolagem no aeroporto Charles De Gaulle, em Paris, deu início ao processo de aposentadoria do Concorde. Mais parecendo uma coincidência fatal, nessa mesma data, pela manhã, a imprensa europeia já havia noticiado rachaduras nas asas de um desses aparelhos pertencentes à empresa British Airways, que fazia a rota Londres-Nova York.

Poucas horas depois desse mesmo dia, um dos seis supersônicos da Air France, que operavam a rota Paris-Nova York, decolou do aeroporto de Charles de Gaulle com um motor já em chamas, caindo em Gonesse, a 21 km de Paris, matando 113 pessoas, entre passageiros e tripulantes. Um vazamento de combustível, devido à ruptura do tanque n.º 5 provocou um grande incêndio sob a asa esquerda da aeronave. Depois de uma sequência de falhas, a aeronave não conseguiu ganhar altitude e caiu instantes depois da decolagem. 


O Concorde começou a decolagem e iniciou a rolagem pela pista nº 26 às 14h43, e instantes depois ter começado a subir, a torre comunica à tripulação a existência de chamas sob a asa esquerda. Em seguida, a tripulação comunica falha no motor nº 2.

A aeronave prossegue o voo em baixa altitude. O comandante comunica que seguiria paraLe Bourget (aeroporto mais próximo) para tentar um pouso de emergência. O Concorde perde altura e ruma para a comunidade parisiense de Gonesse, despedaçando-se e matando os seus 113 ocupantes.

A partir dessa tragédia e das notícias sobre problemas sérios com essas aeronaves, os voos com os Concordes foram suspensos e, mas retomados alguns dias depois. Porém, com o acidente grave e a velhice da frota, os aviões, que voavam duas vezes mais rápidos que a velocidade do som, ficaram condenados e hoje os supersônicos viraram peças de museu.

Os Concordes começaram a ser projetados em 1956 e foram desenvolvidos nas pranchetas até 1959. Foram ao ar pela primeira vez em 1969. Esses aviões franco-britânicos protagonizam as únicas rotas comerciais supersônicas do planeta, foram desativados outubro de 2003, quando British Airways e Air France aposentaram suas frotas de sete e cinco aeronaves respectivamente.

O jato supersônico de passageiros Concorde vai fazer 16 anos fora do espaço aéreo. De fabricação franco-britânica, ficou famoso em todo o mundo por realizar voos comerciais entre vários destinos a velocidades supersônicas (acima da velocidade do som), inclusive fazendo o percurso Rio-Paris.

O arquiteto Oscar Niemeyer (falecido em 05 de dezembro de 2012), conhecido pelo medo de avião, contou que havia voado três vezes no Concorde e desabafou: "Puxa, é uma máquina tão bonita, parece um pássaro, custo a acreditar que um deles tenha caído".

Apesar de muitas pessoas afirmarem que a aposentadoria do Concorde tenha sido um fracasso comercial, Jean-Cyril Spinetta, presidente da Air France, afirmava, orgulhoso, que esse foi de fato "o mais belo objeto industrial jamais fabricado". Para se ter ideia da velocidade dessa aeronave, a rota entre Paris e Nova York era feita em 3 horas e 45 minutos, alcançando 2,04 Mach, o equivalente a 2.200 quilômetros por hora.

A maioria dos passageiros da British e da Air France usava o Concorde para um dos trechos, voltando em avião normal, e, segundo as empresas, dois terços deles viajam a trabalho e eram viajantes frequentes (voavam em média quatro vezes por ano no Concorde). Quem usava o supersônico tinha pressa e, graças ao fuso, experimentava o milagre de chegar a Nova York antes de sair de Paris.

Seu último voo foi realizado no dia 24 de outubro de 2003 entre Nova York-Londreds, com a British Airways, levando a bordo cerca de 100 convidados, entre eles muitas celebridades.

Neste ano de 2019, os supersônicos Concorde, os mais elegantes supersônicos nos céus, fariam 50 anos de voos inesquecíveis.

Em junho de 2018 a fabricante Boeing apresentou o avião do futuro, o substituto do Concorde, capaz de fazer a rota Nova York-Londres em apenas 2 horas, ou seja, uma hora 1 45 minutos menos do que o próprio Concorde fazia, e 5 horas a menos do que as aeronaves comuns que fazem esse trajeto.


Substitut do Concorde 








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