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SP: Massacre em escola completa 1 ano e sobreviventes fazem homenagens

Muitas pessoas se reuniram  na frente da Escola Raul Brasil, em Suzano, na manhã desta sexta-feira (13) para homenagear as vítimas do massacre que aconteceu na escola há exatamente um ano. Entre elas estão muitos jovens, que cantam e rezam, se abraçam e choram.

Genifer Oliveira dos Santos acompanhou a filha Carla Tauanny dos Santos, de 18 anos, até a Raul Brasil. A jovem estava na escola no dia do massacre.

“Foi difícil relembrar, mas com o apoio da minha mãe e amigos estou me mantendo firme. Bem triste saber o motivo pelo qual estou aqui.” A mãe da garota foi prestar solidariedade às famílias que perderam seus filhos. “Sou mãe e feliz da minha estar aqui, comemorando mais um ano de vida.”

 Foto: Carolina Paes/ TV Diário


No dia 13 de março de 2019, dois assassinos, ex-alunos da Raul Brasil, entraram na escola e mataram sete pessoas, entre alunos e funcionários. O mais jovem tinha uma arma de fogo. O outro carregava outras armas, como uma machadinha. Depois, o mais novo atirou no mais velho e se matou. Antes do ataque à escola, eles já tinham matado o tio do mais jovem em um comércio próximo.

O técnico em prótese Francisco de Assis também mudou sua rotina nesta sexta-feira. Antes de ir trabalhar, ele foi até o Cemitério São Sebastião.

Ao acordar, Assis lembrou do massacre e levou flores às sepulturas de quatro das vítimas: Caio Oliveira, Eliana R. De Oliveira Xavier, Kaio Lucas da Costa Limeira e Cleiton Antônio Ribeiro. Ele também acendeu velas no local. Para o técnico, não tem como esquecer a tragédia.

No Parque Max Feffer, alunos da rede municipal de ensino participam de um evento de reflexão para incentivar a cultura de paz. Segundo a Prefeitura, o assunto foi discutido em sala de aula e os estudantes gravaram vídeos, que serão exibidos em um telão. Eles também escreveram mensagens, que foram penduradas em uma escultura do artista plástico Maurício Chaer.

Superação

Ao longo desse um ano, os sobreviventes da tragédia buscaram caminhos diversos para superar os traumas. Beatriz Gonçalves Fernandes, de 16 anos, estava com Letícia Mello Nunes, também de 16 anos, quando ouviu tiros na manhã daquela quarta-feira.


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