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Memória

Voo inaugural da Air France Paris/Atlanta cai e mata 130 pessoas

Em 3 de junho de 1962, decorridos hoje 57 anos, um Boeing 707-328, da companhia francesa Air France, que fazia o Voo 007, com 122 passageiros e 10 tripulantes a bordo, caiu durante a decolagem no Aeroporto de Orly, na França, causando a morte de 130 ocupantes. Houve apenas dois sobreviventes, as comissárias Mademoiselle Françoise Authie e Jacqueline Gille, que ficaram sentadas na parte de trás, nos últimos assentos da aeronave. Todo o resto da tripulação de voo e os 122 passageiros perderam a vida.

O motivo principal da causa, conforme se apurou posteriormente, foi uma falha no motor não consertada previamente. O piloto teve uma tentativa fracassada de abortar a decolagem, levando ao que verdadeiramente significou sua atitude: suicídio. O avião estava decolando de Paris com destino ao Aeroporto William P. Hobby, nos Estados Unidos, com escalas no Aeroporto de Idlewild, em Nova Iorque. O avião era um aparelho novo, cujo primeiro voo tinha corrido menos de dois anos antes, em 1960. 

A Air France acabava de abrir seu novo escritório no centro de Atlanta e este foi o voo inaugural da rota Paris-Nova Iorque-Atlanta-Houston. A Air France estava fazendo o melhor para divulgar o voo e, portanto, foi preenchido com a elite de Atlanta. Os únicos sobreviventes do desastre foram duas comissárias de bordo, Mademoiselle Françoise Authie e Jacqueline Gille sentadas na parte de trás da aeronave; O resto da tripulação de voo e os 122 passageiros a bordo do Boeing 707 foram mortos. 

O acidente foi, até aquele momento, o pior desastre aéreo com uma aeronave única da história, o primeiro desastre de avião civil com mais de 100 mortes e o segundo desastre de aviação mais mortal na história. De acordo com testemunhas, durante a decolagem na pista 8, o nariz do voo 007 levantou a pista, mas o trem de pouso principal permaneceu no chão. Mesmo que a aeronave já tenha excedido a velocidade máxima na qual a decolagem poderia ser abortada com segurança dentro do comprimento de pista restante, a tripulação de voo não teve outra escolha e tentou abortar o decolagem.

Com menos de 3.000 pés (910 m) de pista restante, os pilotos usaram freios de roda e empuxo reverso para tentar parar o Boeing 707. Eles travaram com tanta força que destruíram os principais pneus e rodas do trem de pouso, e a aeronave escorregou da pista. O avião caiu na cidade de Villeneuve-le-Roi. O trem de pouso esquerdo falhou e explodiu. Três comissários de bordo sobreviveram inicialmente ao desastre. Dois comissários sentados na parte de trás do Boeing sobreviveram com graves ferimentos, mas o terceiro morreu no hospital. Na época, era o pior desastre aéreo do mundo envolvendo uma aeronave.

Uma investigação posterior encontrou indicações de que um motor que conduzia a guarnição do profundor pode ter falhado, deixando o piloto Roland Hoche e o Primeiro oficial Jacques Pitoiset incapazes de completar a rotação e a decolagem.

O grave acidente causou profundo transtorno em Atlanta, pois as pessoas mortas, na sua maioria, eram influentes na cidade e por essa condição haviam sido convidadas pela direção da Air France para compor, como passageiros, aquela voo inaugural, que marcaria importante passo nas relações da empresa com os Estados Unidos.

O impacto foi de tamanha dimensão que foi criado “Woodruff Arts Center”,em 1968, originalmente chamado Memorial Art Center, um dos maiores dos Estados Unidos, em memória daqueles que morreram no acidente. A perda para a cidade foi um catalisador para as artes em Atlanta, ajudou a criar este memorial para as vítimas e levou à criação da Atlanta Arts Alliance. O governo francês doou a escultura “A Sombra”, de Auguste Rodin, ao High Museum of Art em memória das vítimas do acidente. Ann Uhry Abrams, autora do livro Explosion em Orly: The True Account of the Disaster that Transformed Atlanta, descreveu o incidente como "a versão do 11 de setembro, na medida em que o impacto na cidade em 1962 foi comparável a Nova Iorque de 11 de setembro".





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