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Confira as manchetes dos jornais do Brasil desta segunda-feira (28)

1.Estadão - Governo e Congresso querem ‘forçar’ Estados a aderir à nova Previdência

BRASÍLIA - Passada a batalha da reforma da Previdência, que mudou a aposentadoria para os servidores públicos federais, governo e Congresso começam a traçar estratégias para forçar Estados e municípios a também apertarem as regras para os seus funcionários. A proposta que está sendo costurada pela equipe econômica e pelo deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), presidente da Frente Parlamentar Mista do Pacto Federativo, chamada de Lei da Responsabilidade Previdenciária, prevê estímulos para governadores e prefeitos que aderirem às novas regras da Previdência aprovadas na semana passada.

2.O Globo - Fernández vence, e peronismo volta ao poder na Argentina

O candidato da aliança entre peronistas e kirchneristas Alberto Fernández venceu as eleições presidenciais de ontem na Argentina, derrotando o presidente Mauricio Macri já no primeiro turno. Com quase 100% dos votos apurados, Fernández tinha 47,8%, contra 40,7% do atual ocupante da Casa Rosada, que parabenizou o adversário e o convidou para um café da manhã para garantir “uma transição ordenada que leve tranquilidade aos argentinos”. Com Fernández, volta ao centro do poder no país a ex-presidente Cristina Kirchner, sua vice na chapa. O peronista procurou acalmar o mercado dizendo que o país vive uma “enorme crise e temos de ser responsáveis”. Nos últimos dias, a Argentina viveu uma corrida ao dólar, e ontem o Banco Central realizou uma reunião de emergência para avaliar medidas que possam ser adotadas nas próximas semanas.

3.O Globo - QUEDA DO JURO ALIVIA CONTAS PÚBLICAS

Aquedados juros—coma taxa básica, a Selic, em 5,5% ao ano, o menor nível já registrado —proporciona um alívio bilionário no pagamento das dívidas do governo e permitirá redução mais rápida do seu peso na economia. Nesta semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne para definir anova taxa, e a expectativa do mercado é de novas reduções até o fim do ano. Mas, segundo especialistas,a trajetória da dívida só entrará em rota sustentável se for acompanhada de medidas de ajuste fis calques e mantenham no longo prazo.

4.Correio Braziliense - Reforma administrativa visa reduzir peso da folha salarial de servidores

Após o sistema previdenciário, a administração pública deve ser a próxima a enfrentar uma ampla reestruturação. Com o deficit de R$ 52,1 bilhões acumulado nas contas públicas em 2019, e uma meta de R$ 139 bilhões até o fim do ano, em pouco tempo o governo federal poderá enfrentar dificuldades para arcar com os custos com pessoal. Nas projeções do Banco Mundial, o crescimento real da folha de pagamentos de servidores ativos até 2030, caso nenhuma reforma seja implementada, será de 1,12% ao ano. Por conta desses números, o governo diz que não deve conceder aumentos de salário em 2020. Os servidores, porém, já se mobilizam para lutar por reajustes de até 33%, como mostrou ontem o Correio.



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