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Vilã da inflação em novembro, preço da carne subiu mais de 12% em 2019

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, acelerou para 0,51% em novembro, depois de ter ficado em 0,10% em outubro, segundo divulgou nesta sexta-feira (6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

"Este foi o maior resultado para um mês de novembro desde 2015, quando o IPCA ficou em 1,01%", informou o IBGE. Em novembro de 2018, houve deflação de 0,21%.

Trata-se também da maior inflação mensal desde abril (0,57%).

A alta no mês foi puxada pela aceleração dos preços do grupo "alimentação e bebidas" (0,72%), impactado principalmente pelo aumento do preço das carnes (8,09%), que exerceram o maior impacto na taxa de inflação do mês. O item representou, sozinho, 0,22 ponto percentual (quase metade) do IPCA de novembro.

A disparada do preço das carnes decorre principalmente da maior demanda da China e da desvalorização do real frente ao dólar. “Isso incentiva a exportação, restringindo a oferta interna e elevando o preço dos produtos”, destacou o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.

No acumulado no ano, a alta no preço das carnes chega a 12,15%. Em 12 meses, o avanço é de 14,43% – quatro vezes acima da inflação oficial do país.

Variação dos preços das carnes no acumulado no ano:

-Capa de filé: 15,54%

-Peito: 15,29%

-Chã de dentro: 14,63%

-Costela: 14,18%

-Carne de porco: 13,73%

-Acém: 13,59%

-Filé-mignon: 12,80%

-Pá: 12,38%

-Lagarto comum: 12,36%

-Patinho: 11,94%

-Músculo: 11,51%

-Alcatra: 10,03%

-Fígado: 9,42%

-Lagarto redondo: 9,38%

-Contrafilé: 8,71%

-Carne de carneiro: 1,68%

Inflação em 12 meses sobe para 3,27%

Com o resultado de novembro, o índice oficial de inflação acumula alta de 3,12% no ano. Em 12 meses, o IPCA avançou para 3,27%, acima dos 2,54% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores, mas permanecendo abaixo da meta definida pelo governo para o ano (4,5%).

Apesar da aceleração dos preços neste final de ano, a inflação segue comportada e em patamar baixo, favorecida pelo ritmo de recuperação ainda fraco da economia, desemprego elevado e demanda fraca.





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