Por Sávia Barreto 

O vereador Antônio José Lira (Republicanos) defende sua permanência na Câmara e alega que está ocorrendo uma distorção no tema. De acordo com ele, o suplente Júnior Macedo foi chamado e não tomou posse no cargo. Lira frisa, portanto, que houve uma “renúncia tácita”: 

“Não é que ele seja o terceiro suplente e eu o quarto. Ele foi chamado para assumir, não tomou posse e não se licenciou. Fui chamado para assumir, tomei posse e estou exercendo o mandato. Esse fato que ele foi chamado, não tomou posse nem pediu licença, é chamado no mundo jurídico como renúncia tácita”, disse AJL, que segue batendo ponto na CMT.

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