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Tatuapé, Império e Mancha são destaques do 1º dia do carnaval de SP

Colorado do Brás, Tucuruvi, X-9 e Tom Maior também desfilaram pelo Anhembi nesta sexta-feira (1).

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Acadêmicos do Tatuapé, Império da Casa Verde e Mancha Verde se destacaram nesta sexta-feira (1º), na abertura dos desfiles do Grupo Especial do carnaval de São Paulo. Colorado do Brás, Tucuruvi, X-9 e Tom Maior também desfilaram.

Choveu no Anhembi durante os primeiros desfiles. Não houve atrasos, mas a Tatuapé teve problemas com carros: houve falha em um painel de LED e dificuldades para sair da concentração. A presença de Arlindo Cruz no desfile da X-9, cujo samba-enredo homenageou o sambista, foi o momento de maior emoção.

Crédito: Marcelo Brandt/G1

Dois temas foram repetidos neste primeiro dia:

Referências ao cinema, com a Império de Casa Verde inspirada em filmes, a Colorado do Brás citando "Rei Leão" para falar do Quêniae a Tom Maior parodiando a "Fantástica Fábrica de Chocolates" para ilustrar a imaginação;

Críticas políticas e sociais, em especial em defesa da população negra. Quilombos apareceram em três escolas, em carros da Tatuapé e da Mancha Verde e uma ala coreografada da Tucuruvi.

Na noite deste sábado (2), Águia de Ouro, Dragões da Real, Mocidade Alegre, Vai-Vai, Rosas de Ouro, Vila Maria e Gaviões desfilam no segundo dia do Grupo Especial do carnaval de São Paulo.

Colorado do Brás

A Colorado do Brás abriu a noite de desfiles da sexta-feira em sua volta ao Grupo Especial após 25 anos. Após subir de divisão em 2018, graças ao enredo sobre candomblé, a escola vermelha e branca escolheu de novo uma temática africana.

Fez uma homenagem ao Quênia, país da África Oriental, mas com menções ao desenho "O Rei Leão". A animação da Disney foi lembrada no samba-enredo, citando a música "Hakuna Matata", conhecida por conta de Timão e Pumba. Os dois personagens apareceram em uma das 21 alas.

O terceiro carro mostrou uma aranha de 20 metros de comprimento e 11 de largura para contar a lenda da aranha que "tecia contos". O último carro trouxe a fauna e a flora da selva de "O Rei Leão". 

Crédito: Marcelo Brandt/G1

Crédito: Marcelo Brandt/G1

Império de Casa Verde

A Império de Casa Verde se inspirou no cinema para fazer o segundo desfile da noite. O enredo "O Império contra-ataca" foi inspirado na saga "Star Wars", mas passou por toda a história do cinema, dos precursores irmãos Lumière na comissão de frente a franquias recentes como "Transformers" no final.

A tentativa foi citar o máximo possível de sucessos do cinema. O samba, as fantasias e as alegorias se inspiraram em "...E o vento levou", "Mary Poppins", "A noviça rebelde", "Indiana Jones", "E.T", "Piratas do Caribe", "Robocop", "Harry Potter", "Avatar"...

A ala "Cantando na chuva" veio a calhar e ajudou os integrantes a não se molharem, já que a escola desfilou em parte sob chuva. Outra referência a "Star Wars" foi a bateria, que tinha 215 ritmistas vestidos como Darth Vader.

Crédito: Fábio Tito/G1

Crédito: Fábio Tito/G1

Mancha Verde

A Mancha Verde usou seu desfile sobre a princesa africana Aqualtune para discutir escravidão, direitos de negros e mulheres e intolerância religiosa. A escola foi a terceira a entrar no Anhembi.

Viviane Araújo completou seu 13º ano como rainha da bateria vestida como uma princesa africana. Uma ala tinha passistas com mãos acorrentadas e barrigas de grávidas, representando escravas reprodutoras. Outra tinha um mar vermelho de sangue dos escravos.

O último carro mostrava o quilombo dos Palmares, com direito a um busto de Zumbi, neto de Aqualtune. 

Crédito: Fábio Tito/G1

Crédito: Fábio Tito/G1

Acadêmicos do Tucuruvi

A Acadêmicos do Tucuruvi fez um desfile sobre liberdade. A escola da Zona Norte apresentou um enredo cheio de críticas políticas e sociais. O samba destacou versos da época da ditadura, como "Alegria, Alegria", de Caetano Veloso, e "Apesar de você", de Chico Buarque.

No fim, alguns membros da escola vieram com boias de patinhos amarelos, fingindo estar sendo controlados como marionetes. Entre os 230 ritmistas da bateria, Alessandro Silva chamou atenção por ser cego.

No ano passado, a escola não foi julgada após um incêndio que destruiu parte das fantasias.

Crédito: Marcelo Brandt/G1

Crédito: Marcelo Brandt/G1

Acadêmicos do Tatuapé

Em busca do tricampeonato, a Acadêmicos do Tatuapé falou sobre guerreiros, de figuras mitológicas de civilizações antigas a "lutadores do cotidiano" do Brasil atual.

O samba forte que exaltava os diversos guerreiros foi bem cantado no Anhembi. Dois carros tiveram problemas para sair da concentração, mas a escola conseguiu contornar sem estourar o tempo. Outro carro passou com um painel de LED apagado.

As fantasias foram de samurais, vikings e guerreiros egípcios até guerreiros cotidianos, como garis, professores e bombeiros.

Crédito: Marcelo Brandt/G1

Crédito: Marcelo Brandt/G1

X-9 Paulistana

O sambista Arlindo Cruz foi homenageado pela X-9 Paulistana. A escola, a sexta a desfilar, comemorou os 60 anos do cantor, que se recupera de um acidente vascular cerebral (AVC) acontecido em 2017.

Arlindo esteve presente no último carro da escola, após ser liberado por médicos para participar e acompanhado de uma equipe de enfermeiros. Seu filho, Arlindo Neto (o Arlindinho), também participou da homenagem ao cantar o samba-enredo ao lado do intérprete Darlan Alves.

O terceiro carro curiosamente representava outra duas escolas. A Império Serrano, escola carioca do coração de Arlindo, e a Portela foram lembradas na alegoria. 

Crédito: Marcelo Brandt/G1

Crédito: Marcelo Brandt/G1

Tom Maior

Com o enredo mais surreal desta primeira noite de desfiles, a Tom Maior cantou sobre as "interrogações do nosso imaginário na busca do inimaginável". O começo de desfile teve temas bíblicos, Charles Darwin, Big Bang, Nostradamus, ciganos e deuses variados.

O meio contou com alas representando inventores e cientistas famosos. O final destacou as artes, com ala dedicada ao escritor francês Júlio Verne; e outra com uma fábrica de conhecimentos, paródia da "Fantástica Fábrica de Chocolates", com direito a Oompa-Loompas.

Na tentativa de ir além de seu melhor desempenho, com o quarto lugar do ano passado, a escola vermelha, amarela e branca botou seus 2.200 membros para simbolizar questões importantes da humanidade.

Crédito: Ardilhes Moreira/G1

Crédito: Fábio Tito/G1


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