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Brasil deve receber 34,5 milhões de doses contra a Covid em maio

Serão doses dos imunizantes da Oxford/Fiocruz, CoronaVac/Butantan, Pfizer/BioNTech e do consórcio Covax

De acordo com o último cronograma divulgado pelo Ministério da Saúde, o Brasil deve receber  em maio, 34,5 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19. Serão doses dos imunizantes da Oxford/Fiocruz, CoronaVac/Butantan, Pfizer/BioNTech e ainda as vacinas recebidas pelo consórcio Covax. Estas últimas fazem parte de uma iniciativa liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A previsão anterior era que chegassem ao Brasil  32,4 milhões de doses, mas a última atualização, realizada na quarta-feira (28), mostrou que houve um acréscimo de 2 milhões de doses.

Brasil vai receber doses de vacinas  contra a Covid-19 em maio (Foto: Divulgação/Prefeitura de Itanhaém)Brasil vai receber doses de vacinas  contra a Covid-19 em maio (Foto: Divulgação/Prefeitura de Itanhaém)

De acordo com o Ministério da Saúde, neste fim de semana são esperadas 4 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca compradas via consórcio Covax Facility: serão 220 mil no sábado (1º), e no domingo (2) outras 3,8 milhões de doses.

O novo cronograma informa que serão entregues em maio:

- Fiocruz (AstraZeneca/Oxford): 21,5 milhões

- Butantan (Sinovac/CoronaVac): 5,6 milhões

- Covax Facility (AstraZeneca): 4 milhões (4.051.200)

- Covax Facility (Pfizer/BioNTech): 842,4 mil

- Pfizer/BioNTech: 2,5 milhões (2.515.330)

- TOTAL: 34.508.930 doses

Segundo o vacinômetro do Ministério da Saúde, desde o começo da campanha de vacinação 59,8 milhões de doses já foram distribuídas aos estados.

Mudanças no cronograma

O Ministério da Saúde voltou a atualizar o cronograma de doses previstas em abril. A última versão, de 19 de março, indicava a chegada de 46,9 milhões de doses. No dia 24 de abril, a pasta divulgou um novo número: 32,4 milhões. Já nesta quarta (28), a quantidade subiu para 34,5 milhões.

No documento, a pasta alerta para as variáveis consideradas: não recebimento dos insumos (o Brasil ainda não fabrica o IFA, ingrediente principal das vacinas), questões logísticas e operacionais dos laboratórios, atraso nas entregas das doses prontas e "aguarda aprovação da Anvisa".

Essa última variável diz respeito às duas vacinas que também constam no cronograma: Covaxin e Sputnik V, que ainda não foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. De acordo com o documento, são aguardadas 20 milhões de doses da vacina indiana e 10 milhões de doses da vacina russa.


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