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Covid-19: China revela que começou a vacinar trabalhadores desde julho

Autoridade do país informa que aplicação de imunizante da Sinopharm antes da conclusão de testes foi permitida por situação de emergência

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A China começou a vacinar os profissionais de saúde e trabalhadores que atuam nas fronteiras desde o fim do mês de julho contra Covid-19, foi o que anunciou diretor do centro de tecnologia e ciência da Comissão Nacional de Saúde da China à mídia estatal no país no último domingo (23). As informações são do O Globo. 

A informação foi divulgada duas semanas após a Rússia registrar a primeira vacina contra a Covid-19 no mundo, anúncio recebido com ceticismo pela comunidade científica. De acordo com o anúncio, a aplicação do imunizante testado pela Sinopharm teria recebido aval emergencial do governo. 

A país pode se tornar vanguardista na corrida por uma vacina, que ganhou contornos de disputa geopolítica entre potências mundiais, caso confirme a informação. Além do país asiático, Rússia e Estados Unidos já se comprometeram com uma fórmula disponível ainda em 2020, o que é avaliado com ressalvas por especialistas.

Sinopharmarm (Bobby Yip/ Reuters)

A intenção, ainda de acordo com o diretor, é ampliar a imunização até o fim do ano. Segundo reportou a emissora americana CNN, a China é o país com o maior número de ensaios clínicos de imunizantes candidatos em andamento no mundo. Os chineses desenvolveram vacinas consideradas avançadas na corrida global por um imunizante contra o Sars-CoV-2, com destaque para as fórmulas da Sinovac Biotech, testada no Brasil em parceria com o Instituto Butantan, e da CanSino.

Já a vacina da Sinopharm ainda não foi liberada para ensaios clínicos em solo brasileiro. No fim de julho, o governo do Paraná anunciou uma parceria com o laboratório, mas os trabalhos ainda não passaram pelo crivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que analisa os resultados das duas primeiras fases de testes do imunizante para atestar sua segurança.

 


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