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Máscara deixa de ser obrigatória entre vacinados contra a Covid-19 nos EUA

A medida foi anunciada nesta quinta-feira (13), pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e só foi possível devido à evolução favorável do combate à pandemia de Covid-19, com vacinação de grande parte da população.

Nos Estados Unidos, pessoas que tenham tomado as duas doses da vacina contra a Covid-19 não precisam mais usar máscaras de proteção ou respeitar o distanciamento social. A medida foi anunciada nesta quinta-feira (13), pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e só foi possível devido à evolução favorável do combate à pandemia de Covid-19, com vacinação de grande parte da população.

O fim da obrigatoriedade no território americano teve início de forma gradual para as pessoas totalmente vacinadas em março. Na ocasião, os imunizados foram autorizados a se reunir dentro de casa sem máscaras e, depois, tiveram permissão para tirar equipamento de proteção também ao ar livre.

As novas diretrizes permitem a quem já recebeu as duas doses do imunizante, e aguardou pelo menos duas semanas para que o medicamento fizesse efeito, circular sem máscaras protetivas em todos os lugares, exceto em ambientes de saúde.

Fica mantida apenas a recomendação de que as pessoas vacinadas continuem utilizando máscaras quando viajarem no transporte público - aviões, ônibus, trens, aeroportos e estações ferroviárias.

"Se você está completamente vacinado, pode começar a fazer coisas que parou de fazer por causa da pandemia", disse a médica Rochelle Walensky, diretora do CDC, durante coletiva na Casa Branca.

Uso de máscara não é mais obrigatório entre "plenamente vacinados" | FOTO: Matthew LeJune via Unsplash Uso de máscara não é mais obrigatório entre "plenamente vacinados" | FOTO: Matthew LeJune via Unsplash 

OMS pede cautela

Após a medida, a Organização Mundial de Saúde (OMS) pediu cautela. Em conferência de imprensa nesta sexta-feira (14), Michael Ryan, diretor do programa de emergências da OMS, alertou que a dispensa do uso de máscara só deve ser equacionada quando se verificar uma boa cobertura de vacinação contra a Covid-19 e uma reduzida transmissão do vírus SARS-CoV-2.

"Os países deverão levar em consideração a cobertura de vacinas e a taxa de incidência local [do vírus que provoca a covid-19] antes de decidirem retirar estas medidas”, afirmou Michael Ryan.

Durante a conferência, Michael Ryan recordou que as vacinas contra a covid-19 protegem contra a doença mais grave, mas ainda não há “grande prova sobre a capacidade de uma pessoa vacinada infetar outras pessoas”.

Com informações da Agência ANSA e Agência Lusa

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