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Alok nega contrato homofóbico de R$ 10 milhões

Clipe fazia alusão à cura gay

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A Aliança Nacional LGBTI+ concedeu uma homenagem ao DJ Alok pelo artista ter se negado a participar de uma produção de caráter homofóbico. Segundo o relato do diretor presidente Toni Reis, Alok demonstrou responsabilidade pela causa. Marília Mendonça não teve a mesma sorte ao fazer uma piada transfóbica em uma live.

No entanto, muitos membros da comunidade avisaram que o produtor "não fez mais que a obrigação". E que "ninguém merece palmas por manter o respeito". 

Crédito: divulgação.

Veja a nota completa:

"NOTA OFICIAL DA ALIANÇA NACIONAL LGBTI+

DE CONGRATULAÇÕES AO ALOK

Alok Achkar Peres Petrillo, ou apenas Alok, é um DJ e produtor musical brasileiro, mais conhecido por seu sucesso mundial de 2016 "Hear Me Now". Em 2019, Alok foi eleito o 11º melhor DJ do mundo pela revista britânica DJ Mag.

Com tanto sucesso Alok estampa várias campanhas publicitárias pelo mundo além de suas produções, com isso várias propostas surgem em sua caminhada, e dentre elas a mais inusitada foi a de uma pessoa ligada a uma igreja evangélica, com um cachê de 10 milhões de reais para um Job. Foi o que disse Alok em entrevista ao Youtuber Matheus Mazzafera.

"Fui convidado por um cara da igreja evangélica para fazer um clipe de R$ 10 milhões para bombar na mídia. Eu aceitei e quando falei para fazermos o roteiro, descobri que o roteiro era de um cara que era gay, encontra uma Bíblia e se converte. Eu falei 'cara, você pode me dar todo dinheiro do mundo, mas não tem como fazer este trabalho porque não é algo que eu acredito'. Eu não consigo. Não é algo que a pessoa escolhe, mas nasceu assim. Eu neguei. É complicado", disse.

Tal atitude deve servir como exemplo a todos os artistas do país, reforçando que nenhuma quantia vale o respeito a quem quer que seja. Não há mais lugar em nossa sociedade para a LGBTIfobia!

Parabéns pelo Exemplo Alok!

28 de julho de 2020

Toni Reis
Diretor presidente da Aliança Nacional LGBTI+


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