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Cientistas acreditam que humanos terão aparelho UV contra vírus

Atualmente, a desinfecção por UV é feita em locais vazios, com uso de robôs e drones. A prática tem sido comum em hospitais, shoppings e transporte público.

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Celular, chaves, carteira, lenço de papel... Se você acha que já carrega muita coisa ao sair de casa, pode acrescentar um item. Uma pesquisa da Penn State University (EUA) diz que num futuro próximo um aparelho portátil para emissão de raios ultravioleta (UV) será parte do dia a dia na rua de muita gente. A exposição à radiação UV é capaz de matar bactérias e o coronavírus. São suficientes de 200 a 300 nanômetros para matar um vírus e impedir que ele se dissemine. As informações são do Extra. 

Por enquanto, os aparelho matadores de coronavírus são caros e robustos. Não são nada práticos para acompanhar as pessoas no cotidiano. Porém os pesquisadores creem que uma versão portátil de emissores de diodos de UV, com bateria de longa duração, ecologicamente correta e não nociva à pele, possa ser produzida em breve, de acordo com relato publicado no site "Study Finds".

Reuters

O LED necessário já existe, mas o processo se complica pelo fato de que os materiais dos eletrodos também devem ser transparentes. Isso significa que é preciso um LED UV de alto desempenho que emita uma alta intensidade de luz , que atualmente é limitada pelo material do eletrodo transparente que está sendo usado. O niobato de estrôncio, um condutor transparente obtido do Japão, é maior aposta da ciência para fazer a engenhoca sair do papel.

Raios UV dos tipos A e B são nocivos para humanos. Porém o tipo C é seguro para as pessoas, já que pode ser absorvido pelas proteínas da camada mais externa da pele, onde estão as células mortas, antes de atingir o DNA das células vivas, relatou reportagem do "NY Times". Mesmo assim, dependendo do grau de exposição, pode causar irritações na pele e nos olhos, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Atualmente, a desinfecção por UV é feita em locais vazios, com uso de robôs e drones. A prática tem sido comum em hospitais, shoppings e transporte público.


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