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Homem é condenado à morte em julgamento por videoconferência

O ato ocorreu por meio de um aplicativo, na última sexta-feira (15/05) em Singapura.

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Recentemente, a Suprema Corte de Singapura condenou um homem à morte, durante um julgamento por videoconferência. O ato ocorreu por meio de um aplicativo, na última sexta-feira (15/05), de acordo com uma reportagem do Strait Times. As informações são do Fatos Desconhecidos.

Embora seja um fato chocante, não é a primeira vez que esse tipo de decisão acontece por videochamada. Pelo que sabemos, acredita-se que essa seja a segunda vez que uma sentença de morte é proferida utilizando o serviço de vídeo. Dessa forma, o primeiro caso teria acontecido na Nigéria, no início do mês.

Aos 37 anos, Punithan Genasan, de nacionalidade malaia, foi condenado à morte por enforcamento, depois de ter supostamente apresentado dois traficantes um ao outro, em 2011. Com isso, em 2016, Genasan foi extraditado para Singapura por ser "cúmplice do tráfico". Além disso, dentro das acusações, é dito que ele teria ajudado a organizar um acordo que envolvia aproximadamente 28,5 gramas de heroína. No entanto, Genasan negou todas as acusações.

Em países como Estados Unidos e Japão, a pena de morte ainda é uma prática comum. Porém, realizar uma condenação por videochamada levanta ainda mais questões sobre possíveis erros na sentença. Afinal, estamos falando de uma vida que está em jogo. "É chocante que os promotores e o tribunal sejam tão insensíveis que não vejam que um homem que enfrenta a pena capital deve ter o direito de estar presente no tribunal para enfrentar os seus acusadores. A absoluta finalidade da sentença, e a realidade de que condenações errôneas ocorrem em todo o mundo em casos de pena de morte, levantam sérias preocupações sobre o porquê de Singapura estar se apressando para concluir esse caso", disse Robertson.


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