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Instituto Nacional de Estudos do Repouso desvenda mitos dos colchões

INER orienta a população sobre cuidados na hora de comprar e higienizar colchões e travesseiros

Instituto Nacional de Estudos do Repouso desvenda mitos dos colchões
| Reprodução internet
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 Uma pesquisa divulgada pela Associação Brasileira do Sono recentemente apontou que um em cada três brasileiros apresentam algum tipo de distúrbio do sono. Isso significa que mais de 73 milhões de brasileiros são afetados por casos de insônia, apneia, ronco, entre outras disfunções.

Apesar de se tratar de um problema comum a boa parte de nossa população, ainda há muito desconhecimento a respeito dos fatores que podem provocar distúrbios do sono. “A boa notícia é que muito está sendo debatido sobre as novas tecnologias, como smartphones, e o impacto que elas têm no sono. Por outro lado, fatores com alto poder de impacto continuam relegados a um segundo plano. Um bom exemplo é a escolha dos colchões e travesseiros”, explica Fabiana Manzano, diretora-executiva do Instituto Nacional de Estudos do Repouso, o INER, que é responsável pelo certificado Pró-Espuma.

Responsável por certificar mais de 31 milhões de colchões Brasil afora, o INER alerta o consumidor da existência de diversos mitos a respeito deste tipo de produto e reitera: não é aconselhável comprar colchões e travesseiros por impulso.

Confira abaixo alguns mitos e verdades sobre os colchões e seu impacto em uma boa noite de sono:

 

1)      Colchões de mola são melhores que os de espuma


Mito. A escolha deve ser baseada em preferência pessoal, havendo inclusive modelos de colchões que reúnem benefícios das duas soluções, como os colchões de molas ensacadas. No entanto, ao escolher o modelo de espuma, é importante que se pesquise a tabela de biotipo, que define a densidade ideal do produto a ser comprado de acordo com altura e peso do consumidor.

2)      É necessário virar o lado dos colchões a cada 3 meses


Verdade, quando o tipo de colchão permitir. No caso dos colchões de mola ensacada, por exemplo, apenas um lado pode ser usado para se deitar. Esse tipo de atitude aumenta a longevidade do colchão, prolongando as deformações comuns ao uso contínuo do produto.

3)      Devo colocar o colchão no sol


Mito. Ao colocar um colchão em contato direto com o sol, pode-se estragar as camadas interiores do produto. É aconselhável apenas deixar o produto “respirar”, sem as roupas de cama e a capa protetora, preferencialmente em um ambiente bem ventilado. Esse tipo de atitude ajuda a evitar a umidade nos colchões.

4)      Quanto mais duro, melhor para a postura


Mito. Um colchão duro demais pode, inclusive, provocar desconforto e até lesões na coluna. Culturalmente, o brasileiro tem preferência por colchões mais firmes, enquanto países na Europa e nos Estados Unidos, a preferência é por modelos mais macios. Para garantir que está adquirindo um produto de qualidade, o consumidor deve procurar o certificado Pró-Espuma na hora de comprar seu colchão. Essa é a melhor forma de garantir mais conforto e qualidade para o seu sono.

5)      É possível lavar colchões


Verdade, mas deve-se adotar a lavagem a seco ou buscar um especialista para fazer isso. Em casa, a recomendação é passar o aspirador por toda a superfície do colchão, inclusive nos cantos e costuras. Após fazer isso dos dois lados do produto, pode-se aplicar um produto específico para estofados, de modo a garantir a limpeza e remoção dos ácaros. Caso o consumidor prefira uma solução caseira, é recomendável misturar água e vinagre em proporções iguais dentro de um balde e molhar uma toalha limpa, torcendo bem. Depois, é só passar sobre toda a superfície do colchão.

6)      Colchões têm prazo de validade


Verdade. É fundamental lembrar que passamos, no mínimo, mais de 5 horas deitados nele por noite. O resultado disso é que, com o tempo, o produto se deforma. A recomendação é de se trocar colchões, no máximo, a cada cinco anos.


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