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Maior e mais antigo monumento Maia é revelado no México

Trata-se de um monumento tão extenso para a sua idade, que sua descoberta tem obrigado os arqueólogos a recalcular suas datas para avaliar as capacidades arquitetônicas dos misteriosos maias.

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Um artigo publicado na última quarta-feira (3) na revista científica Nature anunciou a descoberta de um gigantesco sítio arqueológico maia de mais de um quilômetro, no extremo sul do México, graças ao uso da LIDAR, uma tecnologia ótica de detecção remota. As informações são do Mega Curioso.

Considerada pelos pesquisadores como o maior e mais antigo monumento da antiga civilização maia já encontrado até hoje, o lugar conhecido como Aguada Fénis fica no estado de Tabasco, localizado na base do Golfo do México.

Trata-se de um monumento tão extenso para a sua idade, que sua descoberta tem obrigado os arqueólogos a recalcular suas datas para avaliar as capacidades arquitetônicas dos misteriosos maias.

O local até então considerado como o centro cerimonial mais antigo da civilização maia era Ceibal, um sítio arqueológico datado de 950 a.C., enquanto a Aguada Fénix é estimada entre 100 e 800 a.C. Porém o que torna este último local diferente é o seu tamanho colossal.


Um tesouro escondido à vista de todos

O arqueólogo Takeshi Inomata, da Universidade do Arizona, líder da pesquisa realizada, confirma que "esta é a construção monumental mais antiga já encontrada na área maia e a maior em toda a história pré-hispânica da região".

Outro dado que impressiona é o fato de que essa magnífica e extensa estrutura tem permanecido desconhecida há séculos, mesmo para os mexicanos que habitam exatamente em cima do vasto complexo.

Como explica Inomata, não se trata de uma região inóspita ou selvagem. Muitas pessoas moram lá, e o que impediu que o local não fosse notado antes talvez seja "por ser tão plano e enorme. Parece apenas uma paisagem natural", explica.

Embora olhos humanos não tenham sido capazes de enxergar o monumento, este não passou despercebido por uma tecnologia considerada como a maior revolução tecnológica desde a datação por radiocarbono na década de 1940: a chamada LIDAR.

Reprodução: Takeshi Inomata/Nature 

Um revolução na arqueologia?

O sistema LIDAR (Light Detection and Ranging) é uma técnica de sensoriamento remoto atráves de lasers que, emitidos de uma aeronave, são capazes de "atravessar" a cortina de árvores da região analisada e mostrar as formas tridimensionais sem danificar a vegetação.

Foi assim que, usando o LIDAR, se descobriu essa espécie de "anomalia" no coração da floresta: uma plataforma elevada com impressionantes 1.413 metros de norte a sul e 399 metros de leste a oeste. O platô se erguia até 15 metros acima das áreas vizinhas.

Para Ianomata, a descoberta pode ser muito útil para se entender o funcionamento dessas sociedades, principalmente a estrutura social que, aparentemente, desconsiderava as formas hierárquicas.


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