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Zebra loira é flagrada em registro raro em parque nacional na Tanzânia

De acordo com informações da revista National Geographic, a zebra dourada provavelmente tem albinismo parcial, condição muito rara nessa espécie.

Zebra loira é flagrada em registro raro em parque nacional na Tanzânia
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Na Tanzânia, em uma região tranquilo Parque Nacional Serengeti, zebras migratórias circulavam, como já esperava o fotógrago da National Geographic Sergio Pitamitz. Ele estava ali para registrar os animais, quando notou uma estranha no rebanho: entre as zebras "tradicionais", de pelagem listrada preta e branca, havia uma loira. O fotógrafo fez o registro raro do animal cujas listras brancas se alternam a listras douradas.

De acordo com informações da revista National Geographic, a zebra dourada provavelmente tem albinismo parcial, condição muito rara nessa espécie, como confirmou Greg Barsh, geneticista do Instituto HudsonAlpha de Biotecnologia. A condição faz com que o animal tenha quantidades significativamente menores de melanina (pigmento natural encontrado na pele) do que as zebras típicas. O resultado são as listras pálidas, num tom de loiro claro.

Veja:

A zebra loira entre rebanho de zebras "típicas" flagrada em parque na Tanzânia Foto: Reprodução da internet


O próprio fotógrafo chegou a pensar se tratar de "uma zebra que havia rolado na poeira", como contou à National Geographic. Deu-se conta de que se tratava mesmo de uma zebra, digamos, loira, depois que o bicho mergulhou na água e voltou à margem do rio como havia entrado, com as listras "descoloridas".

Embora existam relatos de zebras albinas, animais assim são raramente avistados na natureza — são vistas sobretudo em cativeiro. De acordo com a National Geographic, dezenas de zebras parcialmente albinas vivem em uma reserva particular no Parque Nacional do Monte Quênia. Um exemplar conhecido atende pelo nome de Zoe, nasceu num zoológico no Havaí e passou a vida em um santuário até morrer, em 2017.

As fotografias de Pitamitz, segundo o cientista ouvido pela National Geographic Greg Barsh, são "uma confirmação de que os animais com a doença podem sobreviver na natureza e que eles são aparentemente aceitos pelas zebras 'normais'".

Reprodução/ DepositPhotos


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