8 perguntas que profissionais do sexo ouvem o tempo todo

A prostituição ainda é cercada por tabus, preconceitos e dúvidas.

Apesar de ser considerada a profissão mais antiga do mundo, a prostituição ainda é cercada por tabus, preconceitos e dúvidas. Para provar que a maioria das pessoas tem uma concepção completamente equivocada sobre o assunto, a rede de TV BBC conversou com profissionais do sexo para desmistificar diversos conceitos.

Com bastante humor e honestidade, eles listaram as perguntas que ouvem o tempo todo e explicam como pouco condizem com a realidade. Conheça abaixo os principais questionamentos:

Profissionais do sexo listam perguntas que sempre escutam

1. Você está sendo forçado a fazer este trabalho?
 Apesar de admitirem que muitas pessoas são vítimas da exploração sexual, os profissionais garantem que muitas vezes se trata simplesmente de uma escolha pessoal e que não são forçadas a nada.

2. O que aconteceu com você para seguir este caminho?
 Muitas pessoas acham que a prostituição está relacionada a grandes traumas, mas os entrevistados afirmam que não há qualquer ligação direta.

3. Quanto você ganha neste trabalho? 
Além de indelicada e invasiva, a pergunta pode ter respostas muito variadas.

4. Todos os homens que procuram um profissional do sexo são uns fracassados? 
Os entrevistados garantem que não e que a busca por sexo pago não determina exatamente caráter e posicionamento pessoal.

5. Como você pode ser feminista e profissional do sexo? 
As profissionais do sexo riem do questionamento e afirmam que não existe relação, uma vez que fazem o que querem e não estão submetidas aos homens só porque são pagas para transar.

6. Mas não é uma profissão muito perigosa? 
Assim como qualquer outro trabalho, pode oferecer seus riscos.

7. É uma coisa pervertida?
 Definitivamente não. E quem faz a pergunta provavelmente fantasia demais sobre a profissão.

8. Por que não arruma um emprego de verdade? 
Os profissionais explicam que possuem horas de trabalho determinadas, oferecem um determinado serviço, se sustentam com o que ganham e, portanto, é um emprego como outro qualquer.

Fonte: Com informações do Bolsa de Mulher