Transar sem camisinha e ejacular fora tem risco de engravidar?

Pergunta é frequente entre jovens e adultos

Quem já teve aulas de educação sexual, provavelmente sabe que transar sem camisinha e gozar fora tem risco de engravidar, além de expor as duas pessoas a diversas doenças sexualmente transmissíveis. Mesmo assim, um número assustador de pessoas utilizam este método como a forma primária de controle contraceptivo – cerca de 18%, segundo pesquisa.


O método resume-se a transar normalmente até o momento em que se percebe que a ejaculação está próxima. Quando isso ocorre, encerra-se a penetração, para que a ejaculação ocorra fora da vagina.

Estima-se que entre um a dois terços das pessoas já utilizou o método do coito interrompido como ao menos uma vez na vida. Isso demonstra a quantidade de pessoas que corre riscos sem nem mesmo perceber. Entenda mais sobre os riscos do coito interrompido, e o motivo pelo qual transar sem camisinha e gozar fora tem risco de engravidar.

O coito interrompido é uma método contraceptivo?

Essa é uma parte importante da informação: transar sem camisinha e gozar fora tem risco de engravidar simplesmente porque o ato nem mesmo pode ser considerado um método contraceptivo. Isso ocorre pois a estratégia possui um alto nível de falha, com variáveis que vão muito além da capacidade de “segurar” a ejaculação. Isso faz com que o método nem mesmo devesse ser utilizado como uma opção.

Sua única vantagem é reduzir um pouco aos riscos em relação a ejacular diretamente dentro da vagina sem nenhum outro tipo de método preventivo, e não utilizar uma alta carga de hormônios. No entanto, para prevenir a gravidez, o método é bastante bastante falho, além de simplesmente não auxiliar em nada na prevenção de doenças.

Por que transar sem camisinha e gozar fora tem risco de engravidar?

Isso ocorre porque, mesmo com um controle perfeito de sua ejaculação, o pênis costuma liberar fluidos involuntariamente ainda durante o ato sexual, e estes fluidos já podem conter espermatozoides. É isso que faz com que transar sem camisinha e gozar fora tenha risco de resultar em gravidez.

A hipótese de falha anterior considera o mundo ideal, no qual todos os homens são perfeitamente capazes de auto-controle. Na prática, no entanto, não “tirar a tempo” acontece em muitos casos. Ou seja: não bastasse a existência da pré-ejaculação, a falta de controle sobre a ejaculação em si torna o método muito pouco eficiente como um contraceptivo.

Além disso, o coito interrompido tende a gerar uma experiência sexual simplesmente muito ruim. Isso ocorre tanto para o homem quanto para a mulher, que tornam-se constantemente preocupados com o acontecimento do que deveria ser o ápice da relação sexual. Isso atrapalha a performance de ambos por um motivo que nem mesmo é coerente.

Fonte: Testosterona.me
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