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Alisson Carvalho abre ‘A poética do corpo no espaço’ nesta sexta

Exposição ocorrerá no Museu de Arqueologia e Paleontologia da UFPI

Alisson Carvalho abre ‘A poética do  corpo no espaço’ nesta sexta
Alisson Carvalho | Divulgação
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O artista visual e escritor Alisson Carvalho realiza a exposição ‘A poética do corpo no espaço’. Será no Museu de Arqueologia e Paleontologia da UFPI com abertura hoje marcada por pocket show de Antônio Vinícius, que fará uma intervenção musical e poética no local. A exposição tem como objetivo abordar os temas despertados no artista durante sua expe-riência acadêmica.  A mostra não tem a pretensão de explicar, apenas apresenta algumas questões sobre temas voltados para o ser humano, despertando reflexões.

O artista pretende expor como a etnografia é capaz de impactar os próprios preconceitos, desnudando muitas das noções construídas sobre a corporeidade. Tudo isso é apresentado nas obras pintadas com tinta acrílica que serão organizadas no espaço e brincarão com a própria noção de espaço, permitindo que o público tenha uma experiência diferenciada sobre as nuances de uma pesquisa acadêmica.

Alisson Matheus Soares é na-tural de Teresina. Bacharel em Ciências Sociais (2014) pela Universidade Federal do Piauí, é redator do projeto Geleia Total. É escritor e artista visual. Escreve e desenha desde criança sempre aliando a literatura ao desenho e começou na pintura depois que ingressou no Mestrado em Antropologia como forma de dar voz as suas pesquisas multidisciplinares que envolviam corpo e linguagem. “Elas descortinaram meu olhar sobre as masculi-nidades, me fizeram perceber que as construções sobre o que consi-deramos masculino dependem muito do contexto socioeconômico das pessoas. Foi por meio da pesquisa que eu pude me perceber melhor enquanto corpo, problematizar as minhas próprias escolhas e os meus gostos. Entendi que algumas categorias são constructo social, não brotam da mente tão espontaneamente como nos costumamos supor. Enfim, claro que existe algum grau de agência, mas a cultura está inscrita nos nossos corpos e habitus”.

As pinturas demonstram as preocupações despertadas por Alisson durante a pesquisa à medida que o desenho torna-se não só poesia e sínteses de reflexões, mas também manifestações de questões reais. “Quero dizer que estão expostas imagens descritas e idealizadas descritas pelas masculinidades estudadas no processo. A pesquisa acadêmico-artística tem como princípio o estudo do corpo do ponto de vista antropológico que envereda e escorre para as artes quando questiona a própria ideia de identidade por meio da percepção deste corpo que se modifica conforme os diálogos durante a etnografia. Um corpo que sofre coações, que tem suas próprias formas se burlar o poder, de desviar-se da norma, mesmo que vez por outra possa reproduzir os estigmas que lhe acomete, ainda assim é um corpo agente, um corpo que também propõe, que subverte, destarte um corpo político”. São 11 telas em que ele utilizou acrílica sobre o papel e acrílica sobre tela. Lembrando que o Museu de Arqueologia e Paleontologia O espaço fica aberto à visitação de segunda a sexta, nos horários de 8h30min às 12h e de 14h às 18h. (Por Liliane Pedrosa)


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