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Douglas Machado, homenageado da Balada Literária 2020

Douglas iniciou seu trabalho na área do audiovisual em 1987

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A Balada Literária movimentou Teresina em dois dias de programação gratuita com bate-papos, lançamentos de livros, saraus e apresentações musicais. Na última noite do evento, Wellington Soares e Marcelino Freire, curadores da Balada, anunciaram o próximo homenageado piauiense: o cineasta Douglas Machado.

Douglas Machado (Mauricio Pokemon)

Douglas iniciou seu trabalho na área do audiovisual em 1987. Desde então realizou produções em diferentes regiões do Brasil e algumas no exterior [Suécia e Espanha]. Em sua maioria, como roteirista e diretor de documentários e filmes de ficção. Dirigiu o primeiro longa metragem da história do cinema piauiense, Cipriano (2001). O filme, uma das obras com maior destaque de sua carreira, peregrina pelos sertões do Piauí, trazendo uma construção identitária do sertanejo.  

Pela Trinca Filmes Ltda. - produtora da qual é sócio e que trabalha com documentários sobre literatura brasileira e filmes sobre questões relacionadas ao Nordeste do Brasil- produziu a série “Literatura: Brasil”, sobre os escritores H. Dobal (“Um homem particular”, 2002), Ariano Suassuna (“O sertãomundo de Suassuna”, 2003), Marcos Vinicios Vilaça (“O artesão da palavra”, 2005) e Luiz Antônio de Assis Brasil (“O códice e o cinzel”, 2007).

Além das produções cinematográficas que se destacam pelo caráter humanista, Douglas também atua na literatura como editor da Hoblicua, uma revista anual de literatura e dos selos Agarazul e meiomilheiro, nos quais publica poesia, ensaio e romance. Douglas assina a Curadoria e Programação de filmes nos Cinemas Teresina, aliando o grande circuito com o cinema de autor e de repertório.

No plano nacional, as homenagens recaem sobre a professora paulista Geni Guimarães, autora de Leite do peito, A cor da ternura e Balé das emoções.



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