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Renoir Abreu reúne folclore e erudito em CD

CD Sopro na Taboca será lançado nesta quarta, 19, na Escola de Música Possidônio Queiroz

Renoir Abreu reúne folclore e erudito em CD
Renoir Abreu | Divulgação
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A tradição que passa de pai para filho. Depois de ter feito parte da primeira formação da Banda de Pífano de Teresina, Renoir Abreu, filho do Mestre Agenor Abreu, lança o CD Sopro da Taboca, nesta quarta, 19, às 18h, no Auditório da Escola de Música Possidônio Queiroz, localizada no Centro de Artesanato Mestre Dezinho. A noite contará ainda com a participação especial da banda Candeeiro Cultural e do Grupo Vagão.

Renoir conheceu o pífano através do pai, que ainda na década de 80, junto com o Professor Noé Mendes, buscou resgatar e se preocupava em manter viva uma prática bem antiga. Foi na comunidade de Cruz, hoje zona rural do município de Curralinhos, onde tudo começou.

“Esse trabalho, iniciei na zona rural em 1987, junto com o professor Noé Mendes. Achamos que era importante fazer o resgate dessa atividade tão antiga que é o pífano. Muitas pessoas que começaram estavam morrendo e já havia a preocupação, naquela época, em ensinar a tocar o pífano para não deixar desaparecer”, lembra Mestre Agenor.

Foi aí que eles fundaram, no ano de 1990, a Banda de Pífano de Teresina. Renoir lembra que foram cinco formações e ele esteve até o final, o que mais chama atenção é que de todos que passaram por ela, apenas ele, até hoje, toca o instrumento. E assim como o pai, ele hoje também busca manter viva essa tradição e, por isso, resolveu fazer o projeto do CD que acompanha ainda um álbum de partituras para quem quiser aprender a tocar. “Colocamos em partitura uma forma de documentar, além da tradição oral”, diz Renoir.

São dezoito músicas e o mais interessante deste projeto é que, além de trazer algumas composições do folclore piauiense e maranhense, o CD tem composições eruditas em ritmo popular. “Acho que essa é a cereja do bolo. São canções eruditas em ritmo popular, xote, marcha junina. Composições do século 17 e 18. não são obras completas, mas trechos que adaptamos aos nosso ritmo e para isso contei com a ajuda de colaboradores”. Algumas delas de Johann Sebastian Bach e Ludwig van Beethoven, nomes clássicos na música erudita mundial.

Formado em Música, Renoir toca sax, clarinete, flauta transversal, mas mesmo assim nunca deixou o pífano, instrumento que ele tem paixão e faz parte da sua trajetória como artista. Seu sonho é poder resgatar a escolinha que um dia fez do pai dele o professor de muitos meninos e meninas que sonhavam em aprender a tocar o pífano.

Para Mestre Agenor, um orgulho ver o filho seguindo seus passos. “Hoje, já estou com 65 anos e ele viu tudo, começou criança no pífano. Agora está dando continuidade e quer muito montar uma escolinha para fazer o mesmo que eu fiz”. (Por Liliane Pedrosa)


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