Conheça procedimento médico que promete revolucionar orgasmos

Ponto G mais sensível

Quer ter ainda mais prazer durante o sexo? Prometendo "aumentar a sensibilidade onde você mais precisa", um procedimento ginecológico feito no ponto G está ficando cada vez mais popular e pode ser exatamente o que você procura.


A "amplificação do ponto G " tem conquistado um número surpreendente de mulheres em Brisbane, na Austrália: uma a cada 15 experimenta a injeção, cujo efeito dura por cerca de quatro meses.

A enfermeira Kate Sowden, que participa da aplicação em uma das clínicas mais populares da cidade, conta que eles recebem mulheres de idades diversas, mas a maior parte das que procuram o procedimento tem mais de 35 anos.

Como funciona

O processo é administrado por um médico e leva cerca de dez minutos, segundo a enfermeira, e é “muito confortável para as clientes”. Ele consiste na injeção de ácido hialurônico – substância popularmente usada em preenchimentos faciais e cremes que combatem rugas – no interior da vagina , após uma dose de anestésico.

Kate assegura que, por ser feito com um produto totalmente natural, as chances das pacientes desenvolverem qualquer tipo de reação adversa são muito baixas. O preço para atingir orgasmos incríveis, no entanto, pode acabar pesando no bolso: cada injeção custa em torno de R$ 2,8 mil.

Injeção de sangue?

A aplicação de ácido hialurônico não é, porém, a única técnica que promete proporcionar mais prazer para mulheres. No ano passado, o médico americano Charles Runels criou polêmica ao afirmar que injeções de sangue têm o mesmo efeito.

Segundo ele, injetar sangue em seu próprio pênis e no clitóris de sua parceira proporcionou mudanças significativas na vida sexual dos dois. “Os orgasmos dela vieram mais rápido e foram muito fortes”, disse ele ao "The Guardian".

Ele afirma que o processo é popular como a injeção no ponto G: segundo o médico, ele aplicou 20 mil injeções desde que fez a descoberta, em 2011. Apesar de muitos médicos acreditarem que a injeção não proporciona nada além de um efeito placebo, ele alega que o processo é eficaz 85% das vezes.


Fonte: iG