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Escola de Dança encerra 2018 com o espetáculo Floresta

300 alunos dançam no Theatro 4 de Setembro, às 17h e às 19h

Escola de Dança encerra 2018 com o espetáculo Floresta
Escola de Dança Lenir Argento | Divulgação
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Escola de Dança Lenir Argento (Crédito: Divulgação)

Mais de 300 alunos da Escola Estadual de Dança Lenir Argento apresentam a segunda temporada do espetáculo “Floresta”. A estreia aconteceu ontem (29) e segue nesta sexta-feira (30), no Theatro 4 de Setembro. A apresentação faz parte do encerramento do período letivo da escola e acontece em duas sessões, às 17h e às 19h.

O espetáculo ‘Floresta’ é uma criação coletiva entre o corpo docente da escola e do diretor Datan Izaká. A apresentação é inspirada nas belezas da fauna e flora e na importância da Floresta Amazônica. Um tema pulsante quando se fala na atualidade em preservação das belezas naturais e dessa maior riqueza que o Brasil possui, sempre ameaçada pelos desmatamentos e uso indiscriminado dos seus recursos. É preciso cuidar e essa consciência passa pelas futuras gerações. A arte tem um papel essencial nesse alerta e na reflexão que sempre faz sobre esses assuntos.

Segundo o diretor, a ideia é poder mostrar o que a floresta tem em suas potencialidades de uma forma lúdica, através das dança, das cores, de um cenário que inspire nas pessoas que assistirem um pouco da beleza que vem da Amazônia e tudo o quer ele representa para a natureza e, principalmente, para a humanidade. “Uma obra onde dançamos as subjetividades e exaltamos a natureza nas suas mais diferentes formas e cores. Nesta Floresta relembramos os povos indígenas e as singularidades que nos constituem como povo e como Brasil. Plantas, pássaros, peixes, guerreiros e criaturas coexistem numa coreografia de diferenças e belezas”, explica Datan Izaká.

‘Floresta’ não é apenas uma representação em dança, se propõe além, abordando as questões que ainda hoje nos cercam como os direitos dos povos indígenas, a luta por leis ambientais, as demarcações de terras, o desmatamento e a preservação da história. O que faz desse espetáculo realmente um momento de reflexão do que se passa com a Amazônia.

“No momento em que discutimos a retirada de direitos em muitas esferas e nos perguntamos que país queremos para as futuras gerações, a Escola Lenir Argento mergulha na mata em busca da memória do que somos: um país exuberante, diverso e colorido. Dançamos, crianças e jovens, nesta Floresta guiados pela trilha de Villa Lobos em direção a vida! Na celebração da vida em toda sua diversidade!”.

A Escola Estadual de Dança Lenir Argento existe há mais de 30 anos e é a mais antiga e maior instituição de formação em dança do Estado. O espetáculo é realizado pela escola, com apoio do Governo do Estado do Piauí, por meio da Secretaria de Estado da Cultura. Lembrando que a direção e concepção do espetáculo é de Datan Izaká ; criação coreográfica também dele com apoio do Corpo Docente da Escola; texto e material visual de Layane Holanda.


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