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Clarice Falcão relata homofobia a amigo em carro de aplicativo no Rio

A postagem gerou bastante repercussão nas redes. Por meio de nota, a empresa informou que "considera inaceitável qualquer forma de violência e de discriminação em viagens pelo aplicativo.

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Na noite dessa quarta (24), Clarice Falcão utilizou sua conta no Twitter para denunciar um episódio de agressão e homofobia envolvendo um casal de amigos, Célio e Felipe, na Praça Quinze, Centro do Rio. Na publicação, a atriz e cantora feita, ela conta que os dois levaram socos e chutes do motorista da Uber. Ainda segundo o relato, o condutor estaria armado e chegou a dar uma coronhada em uma das vítimas. As informações são da Extra.

o roteirista Célio JR narrou os momentos de tensão que ele, seu namorado e sua mãe viveram durante a viagem. Segundo Célio, eles saíram de Botafogo em direção às barcas e, logo no começo da viagem, perceberam que o motorista estava nervoso e batia no volante a todo momento. As agressões começaram quando eles saíram do carro:



— Qualquer coisa que acontecia, ele bufava e batia no volante. Quando chegamos à Praça Quinze, pedi para ele parar um pouco mais à frente por causa da minha mãe, que tem 70 anos. Ele se recusou e, na hora de sair, eu disse que ele estava sendo mal-educado conosco. Foi quando ele abriu a janela e nos chamou de "viadinho" — conta.

De acordo com Célio, após as agressões verbais, o motorista, identificado apenas como Paulo, saiu do carro e continuou a gritar. Depois, ele ainda voltou ao carro e pegou uma arma:

Arquivo Pessoal

— Ele chegou a colocar a arma no peito da minha mãe. Conseguimos tirá-lo de perto dela, mas ele ainda me deu uma coronhada. Ele deu uma rasteira no meu namorado e um soco — disse o roteirista.

Depois da agressão, Célio relata que ouviu deboches de um taxista pelo fato de o agressor ser motorista de aplicativo. Com diversas escoriações, eles foram ao hospital e depois liberados. As vítimas vão registrar a ocorrência depoimento na manhã desta quinta-feira. Vítima mostra um dos ferimentos Foto: Arquivo pessoal

A postagem gerou bastante repercussão nas redes. Por meio de nota, a empresa informou que "considera inaceitável qualquer forma de violência e de discriminação em viagens pelo aplicativo. O motorista citado foi desativado do app assim que soubemos do caso. Entramos em contato com o usuário para oferecer apoio e informar que seguimos à disposição das autoridades para colaborar com as investigações."

Arquivo Pessoal

Leia a nota oficial da Uber:

A Uber considera inaceitável qualquer forma de violência e de discriminação em viagens pelo aplicativo. O motorista citado foi desativado do app assim que soubemos do caso. Entramos em contato com o usuário para oferecer apoio e informar que seguimos à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.

A empresa se orgulha em oferecer opções de mobilidade eficientes e acessíveis para todos - ao mesmo tempo em que oferece também uma oportunidade de geração de renda democrática, independente de credo, etnia, orientação sexual ou identidade de gênero (sendo a primeira empresa de ridesharing que permite nome social na plataforma).

Fornecemos diversos materiais informativos a motoristas parceiros sobre como tratar cada usuário com cordialidade e respeito e frequentemente realizamos e apoiamos campanhas em favor da diversidade e do respeito como forma de conscientizar usuários, motoristas parceiros e a sociedade em geral. Um exemplo é a campanha "Carnaval de Respeito", realizada em parceria com a ONG Plan International, que foi divulgada para milhões de usuários e motoristas.

 Como empresa de aplicativos de Internet, a Uber está sujeita à legislação sobre esse tema, incluindo o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/ 2014), e só pode compartilhar dados respeitando essa legislação. O Marco Civil da Internet é a lei federal que regula qualquer tipo de compartilhamento de dados no Brasil e proíbe o compartilhamento de dados pessoais com terceiros, exceto nos casos expressamenteprevistos em lei.


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