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"Eu acredito no arrependimento dela. Ela perdeu a família, que é tudo", diz Gugu sobre Suzane von Richthofen

No programa, Suzane falou abertamente sobre a morte dos pais, a vida na cadeia e os planos para o futuro.

"Eu acredito no arrependimento dela. Ela perdeu a família, que é tudo", diz Gugu sobre Suzane von Richthofen
gugu | Reprodução
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Gugu Liberato participou do programa Hoje em Dia nesta terça-feira, 3, e falou sobre a entrevista que fez com Suzane von Richthofen em sua reestreia na Record na semana passada.

Em 31 de outubro de 2002, Manfred e Marísia von Richthofen -- pais de Suzane --, foram assassinados pelos irmãos Daniel e Christian Cravinhos a mando da jovem. Eles foram condenados a quase 40 anos de prisão -- sendo que já cumpriram 12 anos da pena.

No programa, Suzane falou abertamente sobre a morte dos pais, a vida na cadeia e os planos para o futuro. Nesta semana, Gugu deu suas impressões sobre a entrevistada, que lhe garantiu o primeiro lugar na audiência em São Paulo.

Veja alguns trechos:

"Ela acredita em tudo o que fala. Está convencida de que foi levada a fazer aquilo [o crime, pelos irmãos Cravinhos]. Por ela, jamais teria tido essa atitude. Mas ela foi omissa, facilitou a entrada dos irmãos Cravinhos na casa. Ela tem uma culpa e reconhece isso".

"Ela tinha uma mãe carinhosa, como ela mesmo disse. Ela fala inglês, espanhol, alemão. É uma menina muito culta. Ela disse que foi apresentada a uma vida muito diferente do que tinha, com drogas e álcool. Os irmãos Cravinhos apresentaram esse mundo a ela".

"Ficamos lá [na prisão] cerca de duas horas, no máximo. Ela disse que não tem dinheiro nenhum, mas deve ter uma fortuna na Europa. A namorada dela [Sandra Regina Ruiz Gomes] disse que o máximo que tem a oferecer é um barraquinho na favela".

"Eu acredito no arrependimento dela. Ela perdeu a família, que é tudo. Perdeu a liberdade, a juventude, quer coisa pior que isso? Se ela não sentiu dor pelo crime, pelo menos arrependimento de ter perdido as regalias. Ela viajava para a Europa e tudo".

"Ela era mais ligada à mãe. Perguntei se havia sido abusada pelo pai, e disse que não".

"Ela, no começo da entrevista, não queria falar sobre o crime. Podia falar sobre a vida na prisão, relacionamento, futuro. Mas detalhes da noite do crime estava cansada de falar. Tivemos que dar algumas voltas e chegar onde pretendíamos. Não é minha especialidade fazer grandes entrevistas, tem gente melhor que eu para isso".


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