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Fani revela que já ficou com brothers e sisters de outros BBBs

Após trisal no BBB, Fani Pacheco quer uma "família tradicional" com filhos.

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Quem não lembra do único trisal que já existiu na história do Big Brother Brasil? Fani Pacheco e Íris Stefanelli se relacionaram com o mesmo brother, Diego Gasquez, mais conhecido como Alemão, e os três viviam em plena harmonia dentro da casa. Depois de acabar o BBB7, o espírito livre de Fani perdurou mais algum tempo, mas os sonhos foram mudando e hoje ela quer ter uma família tradicional, casada com um homem e ter um filho. As informações são da Marie Claire.

“Já vivi muito livremente e agora quero cumprir a etapa mais conservadora: um casamento com uma pessoa só. Eu sou muito moderna, mas tenho uns conceitos que nem sei de onde vieram. Cultivo um sonho visceral de ter uma família padrãozinha, politicamente correta, tipo comercial de margarina que nem sei se existe. Talvez um tempo atrás eu poderia viver essa experiência de um trisal, mas hoje não me vejo assim. Não tive alicerce familiar, as mulheres que tenho referência [minha mãe e minha avó Ana] também não tiveram, mas quero – talvez inconscientemente – fazer tudo certinho dessa vez e, por isso, que nunca tenha casado até hoje”, explica.

Crédito: Nuno Boscarino

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Além de sua experiência dentro do confinamento, a estudante de medicina confessa à Marie Claire que já ficou com outras pessoas do reality, de outras edições.

“Já fiquei e levei cantadas. Fiquei um tempo solteira e conheci algumas pessoas, então já foi homem e mulher, mas qual edição eu prefiro não comentar [risos]”, corta o assunto.

Fani também participou do Big Brother Brasil 13 e traz excelentes recordações de suas vivências dentro da casa mais vigiada do país. Ela também afirma que trouxe amigos que perduram em seu ciclo até hoje.

“Tenho contato do BBB7 com o Alemão [Diego Gasquez], Íris [Stefanelli], Anali, Kamilla [Salgado] e Eliéser [Ambrósio]. Mas quem eu mais costumo falar são o Alemão e a Íris, sem dúvida. Sempre que posso curto os trabalhos deles, acompanho a vida no Instagram e nos falamos no WhatsApp”, afirma.

Crédito: Nuno Boscarino

Mudança de vida

Prestes a iniciar uma nova edição do programa, a estudante lembra com carinho de quando saiu do programa e viu sua vida mudar completamente. Antes, até os 24 anos, formada em direito, ela pensava em prestar um concurso público de oficial de justiça federal ou de delegada civil e estudava oito horas por dia para conseguir dar uma casa e uma vida melhor para sua mãe, Adele Mara, após lutar contra um câncer. 

Além disso, Fani já sonhava em fazer medicina psiquiátrica ou psicologia depois de conseguir o dinheiro necessário. Entrar no Big Brother só a ajudou a antecipar todos os planos.

Crédito: Nuno Boscarino

“Achava que só ganharia dinheiro no primeiro ano, logo depois de sair do programa. Eu trabalhei muito e ganhei dinheiro para ter uma vida estável, fazer uma faculdade de medicina e para realizar os sonhos da minha mãe, quando era viva. Por mais que seja uma faculdade cara, devo isso ao BBB”, agradece.

Hoje ela não pensa mais em entrar em um reality show, seja ele qual for, porque isso demandaria um tempo precioso e ela precisaria perder um semestre na faculdade. Seu foco é agora são as aulas de medicina e, mais para frente, a especialização em psiquiatria. Inclusive, com um olhar mais apurado pelas aulas, ela analisa que assistir ao BBB é um ótimo campo de estudo para sua formação.

“Meu olhar é como público ainda porque só vou me especializar em psiquiatria depois de me formar em medicina. Eu acho que é um grande laboratório de vida e de pesquisa de comportamento. É muito importante para psicólogos e psiquiatras. Assistir é uma escola para estes profissionais para entender como o ser humano se fragiliza, como isso acontece, como ama, quando se apaixona ou tem raiva. É interessante. O público assiste porque é voyeur e porque se vê ali dentro."


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