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Irmã de Gugu afirma que viúva está sendo assediada por advogados

Segundo Aparecida, Gugu deixou seus bens, em quase sua totalidade, para os três filhos

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Em comunicado divulgado pela assessoria de imprensa, a irmã de Gugu Liberato, Aparecida Liberato, afirmou que a viúva do apresentador, Rose Miriam Di Matteo, está sendo assediada por advogados dos Estados Unidos e do Brasil. 

“Vale ressaltar que desde o momento da triste fatalidade, Rose Miriam Di Matteo vem sendo assediada por inúmeros advogados, tanto nos EUA, como no Brasil, que por vários meios e argumentações sugerem representá-la, ocultando o fato de que uma eventual disputa seria, dela Rose, contra seus filhos, reconhecidos herdeiros”, diz o texto assinado pela assessora de imprensa Esther Rocha. 

O comunicado foi motivado por uma matéria da colunista Mônica Bergamo na qual advogados, que alegam representar Rose Miriam, dizem que a viúva de Gugu Liberato estaria sendo constrangida por pessoas mal-intencionadas. No texto, porém, Aparecida Liberato nega que o escritório represente a cunhada. 

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Segundo Aparecida, Gugu deixou seus bens, em quase sua totalidade, para os três filhos: João Augusto, Marina e Sofia. O testamento foi lido na presença dos familiares e assinados por Rose o João Augusto, único filho maior de idade. Aparecida foi nomeada, pelo irmão, ainda em vida, como a inventariante. 

“Ocorre que após tal ato legal e solene, a mãe dos herdeiros, Rose Miriam Di Matteo e João Augusto, filho do apresentador, foram levados por seus parentes, às 9 horas da noite, a residência de um outro advogado, que não obstante, mesmo sabendo que a mesma já havia constituído advogado para si e para seus filhos, foi levada a assinar uma outra procuração, constituindo um segundo advogado, Dr. Nelson Willis & Associados. João Augusto se recusou a assinar qualquer papel. Ciente posteriormente de que tal fato poderia ocasionar problemas ao espólio, o que fatalmente acarretaria uma disputa judicial entre mãe e filhos, houve por bem, por parte de Rose Miriam, redigir e enviar carta de punho próprio revogando e retirando a representação deste segundo advogado”, argumenta Aparecida Liberato. 

Gugu Liberato morreu, aos 60 anos, no dia 22 de novembro de 2019, após sofrer um acidente doméstico em Orlando, nos Estados Unidos. 

Confira a íntegra do comunicado:

Diferentemente do que foi divulgado na coluna de hoje da colunista Mônica Bergamo, Aparecida Liberato, irmã e a inventariante do espólio do saudoso Antonio Augusto Moraes Liberato, o Gugu, vem a público esclarecer que:

Antonio Augusto de Moraes Liberato, em plenas capacidades físicas e mentais, deixou testamento, onde expressa suas últimas vontades e dispõe dos seus bens moveis, imóveis, materiais e imateriais, contemplando seus familiares e principalmente, em quase sua totalidade os seus três filhos, João Augusto, Marina e Sofia.

Tal testamento foi lido na presença de tabelião e notário, com a presença da mãe de seus filhos, seus filhos e familiares de Gugu, sendo que naquela data, o testamento foi por todos reconhecido e assinado espontaneamente, inclusive por Rose Miriam Di Matteo. O irmão de Rose estava presente.

Ocorre que após tal ato legal e solene, a mãe dos herdeiros, Rose Miriam Di Matteo e João Augusto, filho do apresentador, foram levados por seus parentes, às 9 horas da noite, a residência de um outro advogado, que não obstante, mesmo sabendo que a mesma já havia constituído advogado para si e para seus filhos, foi levada a assinar uma outra procuração, constituindo um segundo advogado, Dr. Nelson Willis & Associados. João Augusto se recusou a assinar qualquer papel.

Ciente posteriormente de que tal fato poderia ocasionar problemas ao espólio, o que fatalmente acarretaria uma disputa judicial entre mãe e filhos, houve por bem, por parte de Rose Miriam, redigir e enviar carta de punho próprio revogando e retirando a representação deste segundo advogado. Isto posto, percebe-se que a indução e mal aconselhamento está vindo de terceiros não contemplados no aludido testamento. Terceiros estes que usam de má fé para criar problemas constituindo novos advogados com a única finalidade de obstruir a vontade legitima de Antonio Augusto Moraes Liberato, tão bem expressa em seu testamento, que por legítimo é incontestável.



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