A cantora Paulinha Abelha, de 43 anos -- que está na UTI do Hospital Primavera, na Zona Sul de Aracaju, devido a um quadro de coma em investigação e, no momento, encontra-se clinicamente estável, com quadro infeccioso controlado e respirando com ajuda de aparelhos --, não tinha nenhum problema de saúde antes de ser hospitalizada no dia 11 de fevereiro, de acordo com Diassis Marques, empresário da banda Calcinha Preta. Ele conversou com a Revista Quem nesta sexta-feira (18) e contou que a artista passou mal na semana passada e logo procurou ajuda médica.

"Ela sentiu um mal-estar, estava com vômito, indisposição. Mas não tinha nenhum problema de saúde diagnosticado. Estava saudável e com exames em dia. O rim dela foi o primeiro órgão a ser identificado que estava comprometido, depois veio um problema hepático e, em seguida, um problema neurológico. Então está tentando se descobrir o que está causando isso", explicou.

Paulinha Abelha estava saudável e com exames em dia- Foto: ReproduçãoPaulinha Abelha estava saudável e com exames em dia- Foto: Reprodução

Questionado se a causa do quadro de saúde da artista poderia ser alimentar ou pelo uso de algum medicamento, o empresário reafirmou que ainda não existe um diagnóstico fechado. "Existem algumas hipóteses, mas nós vamos aguardar os exames para sabermos a causa correta", esclareceu. "Ela está está com os sinais vitais normais, com o quadro estabilizado e a questão de morte encefálica descartada", garantiu.

TRANSFERÊNCIA

Paulinha Abelha foi transferida para o Hospital Primavera, na Zona Sul de Aracaju, no fim da noite desta quinta-feira (17) para fazer novos exames renais. A artista estava internada no Hospital Unimed desde o dia 11 de fevereiro, depois de ser diagnosticada com problemas nos rins. Nesta sexta-feira (18), a equipe da artista divulgou um novo boletim médico.

"A paciente Paula de Menezes Nascimento Leca Viana foi admitida neste hospital no dia de ontem, 17 de fevereiro, em unidade de terapia intensiva devido a quadro de coma em investigação. No momento, encontra-se clinicamente estável, quadro infeccioso controlado e respirando com suporte de aparelhos. Dr. Ricardo Leite – CRM 3355 Diretor Técnico do Hospital Primavera; Dr. André Luis Veja – CRM 2499 – RQE 2825 Médico intensivista do Hospital Primavera", diz o boletim.