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Milton Nascimento diz que Elis Regina foi seu grande amor

Milton participou do quadro "O que vi da Vida" do Fantástico.

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O cantor e compositor Milton Nascimento foi o foco do quadro "O que vi da vida" no Fantástico (Globo) deste domingo (11). Discreto e sereno como sempre, Milton abriu o coração para expor algumas passagens importantes da sua trajetória - pessoal e profissional.

Nascido no Rio de Janeiro, mas mineiro de coração, o compositor contou que desde pequeno preferia a voz das mulheres no canto.







"Eu não gostava da voz dos homens, só das mulheres, porque elas cantavam com o coração. Eu imitava algumas delas", declarou Milton.

Quanto aos festivais de música? "Parecia que as pessoas queriam comer umas às outras. Música pra mim não é isso. Festival nunca mais!", afirmou o cantor que passou a ser conhecido nacionalmente ao classificar-se em segundo lugar no II FIC (Festival Internacional da Canção - 1967) - com "Travessia", dele e de Fernando Brant.

Tudo culpa do saudoso cantor Agostinho dos Santos, de quem Milton se confessa fã ardoroso. Agostinho teria inscrito suas músicas nos festivais à sua revelia.

Mas é ao falar da cantora Elis Regina que o grande compositor se emociona. "A Elis, tirando o meu pai e a minha mãe, foi o maior amor da minha vida!", confessa Milton Nascimento. "Desde que eu a conheci, não nos separamos mais. Todas as músicas que eu fiz naquela época, eu não fiz pra mim - eu fiz pra ela cantar!". Elis cantando Milton sempre será bom de ouvir.

Ao lembrar dos tempos da ditadura militar, o cantor se deixa abater um pouco. Todos os seus passos eram seguidos e ele foi proibido de vir a São Paulo ver a mulher e a filha. "Então eu fiquei sozinho e comecei a beber. Era só o que eu podia fazer", argumenta o compositor de tantas pérolas da MPB.

O que ele viu da vida? A amizade. "Cuidar da amizade é uma das coisas mais importantes da vida", declarou o grande cantor e compositor que já foi considerado um "xamã" (pessoa dotada de poderes especiais - "aquele que enxerga no escuro", na tradução literal).

"Eu não sou um xamã", assegurou Milton. Mas, depois de pensar melhor, acrescentou: "pode ser que eu seja um xamã através da música".


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