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Franklin Pires: 20 anos de teatro com peças infantis e sátiras

Hoje ele encanta as crianças, e muitos adultos também, nos palcos, lugares que definiu como seus.

Lucrécio Arrais
Lucrécio Arrais
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Franklin tem mais de 60 peças produzidas

Franklin Pires é ator, diretor e roteirista de teatro. Nascido Franklin Wander Pires Farias Alves no dia 11/08/1976, o leonino sempre esteve interessado em dar close. Desde criança queria ser apresentador infantil. Hoje ele encanta as crianças, e muitos adultos também, nos palcos, lugares que definiu como seus. 

Com mais de 60 peças na bagagem, muitas em parceria com a também atriz Bid Lima, Franklin mostra o legado de uma carreira que vai completar 20 anos. De espetáculos infantis a sátiras de filmes adolescentes, o ator/diretor/roteirista encontra nos textos que produz uma forma de materialização da inspiração que recebe dos amigos. Principalmente nas comédias.


Teatro causa mais encantamento entre as crianças

 Atualmente ele defende as peças “Baderna do Dragão”, uma sátira da animação “A Caverna do Dragão”, em cartaz no Theatro 4 de Setembro, além do infantil “Aladdin”. Franklin garante que o teatro causa mais encantamento em crianças, público que o artista prioriza, que em jovens e adultos.  Além do trabalho com entretenimento, Franklin é professor na Escola de Teatro Gomes Campos, que fica localizada na zona Norte de Teresina. Também é formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Piauí (Ufpi), profissão que buscou para tentar entrar no coletivo teatral da instituição.

 Mas o destino traçado para o teatro foi concretizado em uma simples visita ao Clube dos Diários. De lá, como ele mesmo fala, não saiu mais. E que bom. Assim ele pôde encontrar o caminho que buscava para buscar a própria arte.

““Trabalho muito para o público jovem quando faço filmes e coisas para internet. No teatro, prefiro as crianças, porque elas ainda vêm ao teatro” "

Franklin Pires

JMN: Qual peça você está apresentando no momento?

FP: “A Baderna do Dragão”, uma peça infantojuvenil e adulta que está no Theatro 4 de Setembro, além de “Aladdin”, um infantil que estou esperando o diretor do Teatro me dar uma pauta.

JMN: E o desafio de recriar a Batalha do Jenipapo em forma de musical?

FP: Esse trabalho da Batalha do Jenipapo tem 19 anos, mas dirijo ele há quatro. Há três faço como musical. Conseguimos transformar isso no maior musical do Estado, em termo de pessoas, de estrutura e contamos a história através de um musical. Foi um desafio. É um fato histórico, mas não tem que ser chato. As pessoas precisam querer ver. Tem que ter uma trama, um romance, uma intriga, uma tragédia, um suspense, que é para a pessoa gostar. Se você contar só o fato histórico, o dia, o nome de fulano, de sicrano, 10 minutos depois ninguém mais quer assistir. Então temos que saber narrar os fatos históricos, mas, ao mesmo tempo, prendendo o espectador. As músicas ajudam nisso, além do texto, que assino agora. Colocamos alguns personagens históricos que terminam esquecidos, como a Escrava Felicidade, que é a próxima personagem que estará em destaque por aí.


JMN: Quais são as maiores?

FP: “A Bela Entorpecida”, “Os Monólogos do Ânus” e “Corpúsculo”, que é uma sátira de “Crepúsculo”.


JMN: Você trabalha exclusivamente com teatro?

FP: Sou professor da Escola de Teatro Gomes Campos, então dou aula de teatro, escrevo, dirijo e atuo em peças. Trabalho apenas com teatro. Ano que vem faço 20 anos de teatro. Eu e Bid Lima, vamos fazer uma exposição, além do revival de nossas maiores peças.

JMN: Você tem alguma inspiração?

FP: A Bid Lima! Tudo quanto é palhaçada eu me inspiro nela. Quando é coisa séria, também. Mas para escrever comédia meus amigos sempre foram minha inspiração.


JMN: Você trabalha com vários públicos, mas o infantil acaba se sobressaindo. Por quê?

FP: Porque dá mais retorno. Tem público para as peças. Mas eu trabalho muito para o público jovem quando faço filmes e coisas para internet. No teatro, prefiro as crianças, porque elas ainda vêm ao teatro. Os jovens só vêm quando é ator da Globo.

JMN: Qual foi a primeira peça que você estreou?

FP: “Transcendência” e em seguida fizemos “A Bela Entorpecida”, isso em 1997. Bota “A Bela Entorpecida”, que é minha. De lá para cá foram mais de 60 peças.


JMN: Como foi sua primeira vez em um palco?

FP: Foi ótima! Entrei bem por coincidência. Eu entrei no curso de Jornalismo, sou formado em Jornalismo, porque não tinha Artes Cênicas. Entrei porque tinha um grande grupo de teatro em Teresina que era o grupo da Universidade Federal do Piauí. Eu queria muito entrar, porque era o mais próximo que tínhamos para quem queria carreira. Mas quando cheguei lá, eles disseram que não tinha vaga. Não deixaram eu entrar no grupo. Então um belo dia, eu passando pelo Clube dos Diários, sem querer entrei, disseram que estava tendo um curso e nunca mais saí daqui.


Jornal Meio Norte: Você sempre quis ser ator?

Franklin Pires: Eu sempre quis ser apresentador de TV, de programa infantil. Eu queria ser artista! Mas eu não sabia o que era ser artista de verdade. Então eu queria simplesmente algo na televisão… Depois descobri que eu queria mesmo era ser ator.


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