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Ex-técnico do Barcelona diz o pior ano de sua vida foi no clube

Em entrevista, Gerardo Martino ainda lembrou da sua passagem pelo futebol e seleção paraguaia

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À frente da seleção mexicana desde o ano passado, o técnico Gerardo Martino concedeu entrevista ao jornal espanhol Mundo Deportivo e falou sobre os altos e baixos da sua carreira. Em 2013, ele assumiu o Barcelona em uma rápida passagem, que até hoje não lhe traz as melhores lembranças.  As informações são da FOX Sports.

Segundo o treinador argentino, o período em que esteve à frente do clube catalão foi o pior da sua carreira até o presente momento. E para ele, o principal motivo foi não ter conquistado nenhum outro título além da Supercopa da Espanha 2013. 

“Pelo lado dos resultados, não foi um ano ruim. Ganhamos um título (Supercopa) e disputamos uma final, mas no Barcelona o que importa é quantos títulos você ganha. No entanto, digo que foi meu pior ano, porque minha contribuição como treinador começou e terminou com a administração da equipe ”, começou dizendo Tata. 

Reprodução

E para o treinador, um dos motivos que minou a sua continuidade no Camp Nou foi o seu estilo de jogo. Segundo o argentino, mesmo que o Barça vencesse, o mais comentado era sempre a forma como havia jogado a equipe. 

“Há questões para a minha administração ter uma vida curta e, para mim, o clássico com o Real Madrid foi fundamental, e vencemos por 2-1 em casa. O segundo gol fizemos correndo para o espaço e, se o Barcelona correu para o espaço, foi porque algo não terminou bem encaixado. Mas entendi que, se havia algo que poderíamos acrescentar à equipe, era que não estava negando a possibilidade de corrermos”, prosseguiu. 

“A velocidade tornaria o Barcelona mais completo, porque quando havia períodos de domínio do time rival, era bom voltar e ir para o espaço. Isso foi realizado no ano seguinte com Luis Enrique”, completou. 

Em relação ao seu melhor trabalho na carreira, Martino apontou para a seleção paraguaia, com quem chegou até as quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul. Ele também citou a passagem pelo Libertad-PAR, com quem disputou a semifinal da Libertadores de 2006. 

"O que me deu a oportunidade de treinar a seleção paraguai foi a minha passagem de cinco anos pelo futebol local, especialmente as semifinais da Copa Libertadores que conquistamos com o Libertad em 2006. Fiquei entusiasmado com a qualidade dos jogadores que poderia ter", completou. 



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