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Santos faz sigilo sobre Robinho para evitar "fúria da torcida"

Diretoria quer evitar mais expectativas e mantém sigilo em negociações com o Milan

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A diretoria do Santos decidiu aumentar o sigilo em relação às negociações da possível volta do atacante Robinho, do Milan. O motivo é não despertar a ?fúria da torcida?, que demonstra muita ansiedade quando o assunto é o retorno do ex-camisa 7 à Vila Belmiro. O grande temor do Comitê Gestor é ver Robinho vestindo a camisa de outro clube brasileiro, fato considerado inadmissível pelos torcedores.



Enquanto não define a contratação do ídolo santista, a cúpula alvinegra adianta o retorno de Nenê, do PSG, que se não tem a mesma identificação com o clube ao menos teve uma passagem bem-sucedida. ?É um jogador interessante que o Muricy gosta. Para todo clube é bom, pois faria só o custeio de salários para trazê-lo?, afirmou o vice-presidente do Santos, Odílio Rodrigues.

Já com Robinho a pressão é maior. Recentemente, Odílio Rodrigues se reuniu com integrantes de torcidas uniformizadas e observou a paixão que envolve a transação. ?O torcedor cobra muito a volta dele. Eles não abrem mão, querem o Robinho e nenhum outro jogador?, disse o dirigente.

Apesar de aumentar a proposta pelo atacante, como revelou o UOL Esporte com exclusividade, e oferecer cerca de 7,5 milhões de euros (R$ 20,7 milhões), o discurso da diretoria é sempre ponderado em relação à volta de Robinho.

?O Santos mantém conversações com o Milan. Mas tanto essa quanto a do Montillo (meia do Cruzeiro que também interessa ao Santos), são situações difíceis para que não se crie falsa expectativa. Consideramos contratações de alto grau de dificuldade?, explicou Odílio Rodrigues.

A diretoria do Santos costuma ressaltar que, além de torcedores, eles são dirigentes e precisam ser cautelosos para não prejudicar a saúde financeira do clube. A contratação de Robinho gera discussões e polêmicas no Comitê Gestor, já que o Milan pede 10 milhões de euros (R$ 27,7 milhões) para liberar o atacante.

?O Robinho é um desejo de todo santista, não só da torcida. A diferença é que além de torcedor, somos dirigentes. A gente mantém as conversações dentro de uma possibilidade que o Santos pode suportar. As conversações são mantidas, só precisamos lembra que é uma negociação difícil, pois envolve cifras elevadas. Nós sabemos o desejo da torcida, trabalhamos muito para realizar o sonho?, disse Odílio.

Apuramos que o atacante pediu R$ 1,1 milhão de salários, limpos de taxas e encargos trabalhistas, o que representa uma despesa bruta de R$ 1,8 milhão mensais ao clube. Atualmente, Robinho recebe do Milan pouco mais de R$ 1 milhão de salário em uma conta bancária no Brasil, já com os impostos descontados da Europa.


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