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"Abraço Teresina":Projeto usa lendas para “ativar” a memória de idosos

O projeto é um sucesso e trabalha a memória visual, olfativa, gustativa e de linguagem desde 2016. O resultado já rende bons frutos

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Histórias que valem a pena ser contadas e que fazem o imaginário da população são uma boa desculpa para manter a memória acesa. Essa é a premissa do projeto Memória Ativa: Idoso Contador de Estória, Lenda e outros Causos, desenvolvido pela Unidade Básica de Saúde Poty Velho com um grupo de pessoas da chamada “melhor idade”.

Crédito: Lucrécio Arrais


O projeto é um sucesso coordenado pela enfermeira Nancy Loiola, que trabalha a memória visual, olfativa, gustativa e de linguagem desde 2016. Ela permite que os idosos possam manter uma boa cognição a partir de histórias que elas conhecem bem. “O projeto começou na UBS em 2016. Nós participamos de um congresso e voltamos estimulados a cuidar da mente dos idosos.  Cuidar do corpo já é bem projetado, tem academia em toda parte e todo mundo faz caminhada pelas avenidas. Mas é preciso a malhar o cérebro também, com vários exercícios”, explica Nancy Loiola.

Crédito: Lucrécio Arrais


O projeto trabalha todas as memórias. “A memória tátil, passando um algodão ou algo áspero para que possam definir qual o objeto. Memória olfativa, vendando os olhos e colando limão ou café. Memória visual, de linguagem, provérbios, palavras-cruzadas, música. São várias ferramentas”, acrescenta a enfermeira.

As lendas são um plus a mais no acolhimento dos idosos. Na verdade, as lendas de Teresina são um rico acervo de memórias. E o bairro Poti Velho é uma raíz das principais lendas da cidade. “O bairro Poti Velho é mais antigo que Teresina. Então temos algumas lendas originárias daqui, como o Cabeça de Cuia e a Porca do Dente de Ouro. Essas são daqui, do bairro. Reunimos elas e perguntamos quem sabia as lendas. A surpresa foi saber que as histórias que elas sabiam era diferente das que estão nos livros. Algumas, inclusive, não entenderam porque o monumento no Encontro dos Rios está com um osso corredor, e não um peixe camurupim”, conta Nancy Loiola.

Crédito: Lucrécio Arrais


O resultado do projeto já rende bons frutos. “Nós gravamos o vídeo com elas contando a história, confeccionamos um folder, camisetas e no dia 24 de março fomos ao Encontro dos Rios contar para os turistas. Conseguimos resgatar até a música do Cabeça de Cuia, forçando a cabeça deles. Alguns pesquisadores vieram para cá e estamos com a promessa de gravar o CD com a música e jogar na internet, para que não se perca. Além de um livro e um webdocumentário também”, completa a enfermeira. 

Crédito: Lucrécio Arrais



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