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Adolescente se diz traumatizada após ter imagem associada à suruba

Ela relatou que teve a vida pessoal afetada após ter fotos e perfis nas redes sociais divulgados criminosamente

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A estudante de pedagogia Eduarda Ribeiro, de 18 anos, teve sua imagem associada ao sexo grupal da lancha no Lago Paranoá. Ela registrou um boletim de ocorrência, no âmbito dos crimes contra a honra, na 19ª DP de Brasília . 

A advogada da vítima, Dara Fernandes afirmou que o objetivo da denúncia é “que o responsável pelo compartilhamento seja identificado e, desse modo, ocorra a responsabilização cível, por danos morais, além da criminal”.

LEIA MAIS: Lago Paranoá: Grupo flagrado fazendo sexo em lancha é investigado 

A jovem relatou que teve a vida pessoal afetada após ter fotos e perfis nas redes sociais divulgados criminosamente com o conteúdo pornográfico da suruba. Eduarda passou a ser relacionada com o caso em 2 de julho, quando o material sexual passou a circular em grupos de WhatsApp.

LEIA MAIS: Polícia acha fraude em imagens associadas à suruba no Lago do Paranoá


Casais foram flagrados fazendo sexo em lancha

Ela afirmou que descobriu ter sido vítima de crime cibernético após uma amiga próxima informá-la que fotos circularam em grupos no WhatsApp. “Eu estava fazendo aula on-line da autoescola quando recebi os prints. Eu me assustei muito, mas tentei manter a calma. Só que passei a receber relatos seguidos, incluindo do meu namorado''

A estudante sofreu uma crise de ansiedade e alergia.. “Fiquei muito nervosa com toda a situação, até porque a mulher nas fotos de cunho sexual realmente se parece comigo. Chorei muito e fui encaminhada para terapia, pois estou sofrendo com transtorno pós-traumático, associado a início de síndrome do pânico”, conta.

Ela acrescentou que fez vídeos explicando que não era ela no material pornográfico, e mesmo assim continuou recebendo mensagens ofensivas.

Eduarda teve sua imagem associada à suruba em lancha

‘’Enviavam as fotos e vídeos sexuais, falando que eu estava de parabéns, que tinha ficado famosa no país todo. A situação tomou uma proporção tão grande que a divulgação chegou ao grupo da minha igreja e entre pais de amigas”, relata a vítima.

Eduarda fechou o perfil do Instagram em 3 de julho e mudou o nome. Só então é que a ela parou de receber mensagens. “Quando consegui me acalmar e entender o que estava passando, procurei uma advogada e registrei o boletim de ocorrência. O que fizeram comigo é crime, e as pessoas precisam entender isso”, afirma.

Estudante de pedagogia recebeu várias mensagens nas redes sociais


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