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Agespisa quer continuar abastecimento de água em Parnaíba, defende diretor

"Investimos mais de 150 milhões na região nos últimos 10 anos", afirmou diretor

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O prefeito de Parnaíba, Mão Santa e a Agespisa batalham na justiça pelo direito de gerir o abastecimento de água e esgotamento de Parnaíba. O caso já teve diversar reviravoltas desde o final do ano passado, quando o prefeito da cidade rompeu o contrato com a Agespisa e começou a articular uma forma de municipalizar o serviço. A juíza Anna Victoria Muylaert Saraiva Cavalcanti Dias, da 4ª Vara da Comarca de Parnaíba, concedeu, no último domingo (13), uma liminar favorável à Prefeitura para que retomasse os serviços de abastecimento. O presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargador Sebastião Ribeiro Martins, cassou medida liminar da Justiça de Parnaíba, na quarta-feira (14). Uma Estação de Tratamento de Água (ETA) chegou a ser invadida por representantes da prefeitura.

O diretor de operações da Agespisa, José Maria Freitas, defendeu o interesse da empresa continuar o abastecimento de água em Parnaíba em entrevista concedida na manhã desta sexta-feira (18) para o jornalista Gilvan Barbosa no programa Diálogo Franco, da Rádio Jornal Meio Norte (90,3).

"Nós (Agespisa) temos um interesse em continuar com o trabalho que realizamos em Parnaíba. Para a empresa, o município não é um problema, é a solução. Estamos trabalhando em um sitema com várias cidades envolvidas. Então não é só Parnaíba que depende do (nomezinho). São diversas sedes povoados e praias que dependem dessa água. Parnaíba, Luís Correia e Ilha Grande são as cidades que dependem dessa adutora do litoral. Investimos R$ 55 milhões dos R$ 151 milhões já investidos nos últimos 10 anos na região", relatou José Maria Freitas.

o diretor de operações da Agespisa preferiu não comentar sobre o impasse judicial pelo controle do abastecimento entra a empresa e o prefeito de Parnaíba, Mão Santa. Segundo ele é um caso que tramita na justiça e não pode ser comentado.

"Parnaíba é um Sistema de abastecimento"

A adutora do litoral, que tem como Parnaíba a parte principal do sistema de abastecimento de água abastece mais duas sedes além da própria cidade, Luís Correia e Ilha Grande. Além desses três municípios, outros povoados e praias dependem do serviço gerido pela Agespisa, segundo o diretor de operações. 

"Cajueiro da praia, localidades como Peito de Moça, Coqueiro, Barramares, Arrombado, Carnaubal, Carnaubinha, Sobradinho, Maramar, Macapá, Mexiqueira, Carapebas,Camurupim, Barrinha, Barra Grande, Labino e Pedra do Sal", destacou José Maria Freitas.

Após citar os locais que dependem da adutora do litoral, o diretor de operações da Agespisa defendeu a continuação dos trabalhos. "Existem recursos contratados e aprovados com obras para o melhoramento do abastecimento de água. Nós temos um grande interesse no litoral e vamos destacar que no final de ano não recebemos uma reclamação sequer de falta d'água na região", destacou.



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