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Airbus jamais poderia ter pousado em Congonhas

Airbus jamais poderia ter pousado em Congonhas

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O gerente de Padr?es de Avalia??o de Aeronaves da Ag?ncia Nacional de Avia??o Civil (Anac), Gilberto Schittini, afirmou hoje ? CPI do Apag?o A?reo, que o Airbus A320 da TAM que explodiu no dia de 17 de julho ao se chocar com o pr?dio da companhia pr?ximo ao Aeroporto de Congonhas, jamais poderia ter pousado em Congonhas com apenas um reversor funcionando.

"N?o poderia (o controle a?reo) ter despachado (autorizado o pouso) o avi?o sem todos os reversores funcionando e operando com pista molhada, ainda mais numa pista curta", disse o gerente da Anac.

Segundo ele, o A320 at? poderia pousar numa pista molhada, desde que fosse mais longa do que a de Congonhas. Sobre a responsabilidade do acidente, o gerente afirmou que n?o d? para dizer quem ? o culpado. Para o gerente ? preciso construir, o mais r?pido poss?vel, uma ?rea de escape de pelo menos 150 m na pista de Congonhas. "? preciso uma ?rea (de escape), nem que seja de concreto".

Ele explicou que outros aeroportos disp?em de ?rea de escape de um esp?cie de concreto capaz de reduzir a velocidade dos avi?es. Segundo ele, o concreto ? constru?do de forma a dificultar que o avi?o deslize, provocando a redu??o da velocidade.

Norma

Schittini disse que as empresas a?reas conheciam a Instru??o Suplementar (IS) que recomendava o uso m?ximo do reversor (aparelho de desacelera??o das turbinas do avi?o) nos pousos com pista molhada. Ele informou que a orienta??o ocupou durante alguns dias, em janeiro deste ano, posi??o de destaque no site da Anac. "Documento mais conhecido que esse talvez s? a B?blia", brincou. Segundo Schittini, a orienta??o vem sendo feita pela Anac desde abril do ano passado e, em sua opini?o, continua valendo.

Em audi?ncia p?blica na CPI, a ex-diretora da Anac Denise Abreu afirmou que a norma n?o estava valendo e era apenas um estudo interno. A desembargadora Cec?lia Marcondes, do Tribunal Regional Federal de S?o Paulo, afirmou, no entanto, que o documento foi entregue ? Justi?a por Denise como se tivesse validade. Segundo a desembargadora, a norma serviu como base para que a Justi?a liberasse o uso da pista principal de Congonhas, que estava em obras.

Se a norma estivesse em vigor, o Airbus A-320 da TAM que se acidentou em julho n?o poderia ter pousado em Congonhas no dia do acidente, j? que chovia e a aeronave estava com o reverso direito travado.

Schittini n?o soube explicar aos parlamentares a tramita??o, dentro da Anac, da norma elaborada por ele. Ele apenas disse que a instru??o chegou ao conhecimento de Denise, que teria autorizado sua publica??o no site.

Em resposta ao deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), Schittini disse que o aeroporto de Congonhas (SP) n?o tem condi?es de receber grande n?mero de v?os porque n?o conta com uma ?rea de escape que permita a desacelera??o do avi?o, em caso de problema no pouso.


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